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Um fim de semana MARAVILHOSO!

por parasergrandeseinteiro, em 30.07.15

O plano inicial era fazer um dia neve. Acordaríamos bem cedo, por volta das 5 da manha e 180 km depois estaríamos no monte Baw Baw. Com o aproximar da data e o crescente entusiasmo, os planos mudaram e decidimos ir para o monte Buller, a 270 Km de Melbourne, por ter melhores condições de neve. Sendo assim ir e vir no mesmo dia deixou de ser uma opção.

Como não havia alojamento disponível tão em cima da data, os meus compinchas decidiram acampar por lá. Adorei a ideia nos primeiros segundos e dei toda a forca, mas logo depois caí em mim. Acampar? Selvagem? Estão -2°C!?

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As pessoas que tomaram conhecimento do nosso plano riam-se ou ficavam escandalizadas. Eu nunca tinha acampado por aqui, muito menos no Inverno e muito menos ainda na neve... Movida pelo receio liguei-lhes a dizer que era melhor pensarmos noutra opção porque não queria ficar com uma pneumonia. Convenceram-me facilmente com o seu entusiasmo e espírito de aventura.... Sou uma fácil, mas adoro esta sensação de liberdade e de sentir borboletas na barriga!

Comprei equipamento e um casaco de neve, levei três sacos-cama e uma saco de agua quente (fez parte do acordo aquando da negociação, para me aquecerem agua antes de dormir).

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Chegou o dia, sexta-feira, e partimos pelas 6 da tarde já com noite serrada. Subimos parte do monte Buller e paramos para dormir já bem no cimo do monte. Na manha seguinte estávamos relativamente perto estancia e começamos a esquiar o mais cedo possível.

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O que eu adoro estar rodeada de frio e neve com um café quente na mão logo pela fresquinha!

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Na primeira noite montamos a tenda a chuva. Durante os dois dias não houve banho para ninguém. Toalhitas húmidas em casas de banho quentinhas, na estancia ou em restaurantes, foram essências para manter os mínimos.

Alugamos correntes para as rodas carro mas perdemos uma no caminho. Ainda voltamos para trás para a encontrarmos mas de nada serviu.

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Na segunda noite já não chovia, só nevava (hehe), mas foi a noite que melhor dormi e de manha quando acordei abri a tenda e tinha 5 cangurus a olhar para as tendas com um ar de: “Quem são estes intrusos que ocuparam o nosso território?”. Maravilhoso!

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Arrumamos as trouxas e seguimos caminho e paramos para comer em restaurantes e pubs deliciosos e quentinhos.

Pelo caminho tivemos alguns contratempos como troncos caídos no meio do caminho. Nada que nos impedisse de seguir depois de os desviar para berma!

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Adoro sentir (assim) a natureza, de manha à noite sem os confortos da vida moderna. Tudo se relativiza e olhamos mais para dentro de nos e para o que realmente importa.

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Fiz Ski, todo o terreno, hiking, conversei e ri muito, relaxei... Eu adoro o S e o M, são dois amigos que conheci há pouco tempo, aventureiros e loucos mas que confio e admiro muito. Relembram-me sempre como é bom testarmos os nossos limites.

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Quando cheguei a casa, tomei um banho quente "tão desejado" e ao deitar-me na minha cama confortável senti uma enorme felicidade. Foi uma aventura muito especial e o meu coração estava cheio.

Nota: desta vez não vim tão destruída como na ultima vez que decidi acompanha-los para fazer um fim-de-semana de bicicleta de montanha, também no Monte Buller.

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publicado às 05:10

Sydney

por parasergrandeseinteiro, em 01.08.14

 Oprera House

 

 

 

Sydney Bridge

 

 

Adorei esta marginal, com uma baía muito charmosa cheia de restaurantes convidativos para relaxar e saborear uma boa refeição ou apenas um bar para beber um copo de vinho e sentir o sol a esconder-se num degrade de tons quentes que se fundem no escuro da noite, sendo substituídos pela linda iluminação que toma conta deste tão famoso porto da cidade de Sydney.

 

 

Bondi Beach:

 

 

 

Uma das praias mais famosas de Sydney, mais uma vez preenchida por famílias, cães e seus donos, desportistas, turistas... uma imagem tão característica da Austrália. 

 

 

 

 

 

 

Featherdale Wildlife Park:

 

 

Sou apaixonada por cangurus. A visita a este parque natural deu para "tirar um pouco a barriguinha de misérias".

Pobres animais não têm culpa desta minha obsessão! Mas são uma fofura que não se aguenta.

 

 

 Wombat, mais uma fofura!

 

 

Coalas dorminhocos ao nível das 17h de sono por dia. Fiz (MUITAS) festinhas e este pequeno coala que dormia profundamente. Não fosse a tratadora dizer-me para não lhe tocar na cabeça, saía lá desconfiada da veracidade do exemplar.

 

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publicado às 10:31

Já no final da "road Trip"

por parasergrandeseinteiro, em 26.06.14

 A última "voltinha" (2014.06.14 and 15)

 

 

 

Perth:

 

 

 

 

 

City Beach: Mais um pôr-do-sol

 

 

 

 

Cottesloe Beach:

 

 

 


Sorrento beach:

 

 

Fremantle (tem muitos edifícios coloniais e mercados, muito agradável para "bater perna"):

 

 

E assim terminou uma "Road Trip" de Perth a Exmouth e de Exmouth a Perth. 

Apanhei o avião de Perth para Melbourene de coração cheio.

 

 

 

Resumo: WESTERN AUSTRALIA trip

2014.06.07

Pináculos

Lancelin Beach

 

2014.06.08

Geraldton

Shell Beach, Wulgada

Shark Bay - World heritage area: Hamelin pool (Estromatolitos)

 

2014.06.09

Shark Bay - Monkey Mia - Dolphin resort

 

2014.06.10

Exmouth Lighthouse/ SS Mildura Wreck

 

2014.06.11

Tantabiddi Boat Ramp, Ningaloo Marine park (tubarões baleia)

 

2014.06.12

Cape Range National Park:Yardie Gorge trail

Turquoise Bay - Bloodwood Creek

 

2014.06.13

Coral Bay: Ningaloo reef

 

2014.06.14 and 15

Perth

Frementle

Cottesloe Beach

City Beach

Sorrento beach

Melbourne

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publicado às 04:33

Coral Bay (Western Australia)

por parasergrandeseinteiro, em 26.06.14

O Ningaloo reef (coral) está a poucos metros da costa o que faz este local perfecto para nadar, fazer snorkelling e mergulho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das costas mais bonitas que ja tive o prazer de contemplar.

2014.06.13

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publicado às 04:25

Cape Range National Park

por parasergrandeseinteiro, em 23.06.14

Um parque natural maravilhoso ao longo da costa do Ningaloo reef onde tive oportunidade de ver muitos cangurus (wallabies) e Emas 

 

 

 

 

 

 

Fui fazer a caminhada pelo Yardie Gorge trail com uma vista privilegiada sobre o Ningaloo reef:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Parei numa praia considerada das mais bonitas da Australia: Turquoise Bay

 

   

Bloodwood Creek:

 

 

 

 

 

  

2014.06.12 

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publicado às 03:02

O grande dia, ver e nadar com Tubarões baleia

por parasergrandeseinteiro, em 21.06.14

 

Em Exmouth fui para Tantabiddi Boat Ramp, Ningaloo Marine park:

Lagoas formadas por recife, corais coloridos com mais de 500 espécies, entre as quais tubarões baleia (o maior peixe do oceano), tartarugas, dugongos, golfinhos, raias, mantas e baleias corcundas.

 

Este local é também uma excelente oportunidade para pescar, nadar, snorkel, mergulhar, observar ou simplesmente relaxar.

 

Nesta fabulosa excursão de barco, durante um dia inteiro, tive oportunidade de:

- ver golfinhos

- ver e nadar com tubarões baleia, uma experiência muito marcante.

- ver dugongos

- ver mantas

 

 

 

 

Tubarão baleia, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe conhecido, podendo crescer até cerca de 9 a 12 m e pesar mais de 13 toneladas.

É completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração.

Te-lo ali a poucos metros de distância foi mágico. A sua dimensão impõe respeito e a forma como se desloca encanta.

 

 

Dugongos, a sua distribuição é bastante limitada. As principais populações vivem na Grande Barreira de Coral ao largo da Austrália e no Estreito de Torres.

 

 

Foi a primeira vez que vi este animal, é bonito de tão feio que é! 

 

 

Imagem daqui

 

 

 

 

Acabei o dia o dia a ver o pôr-do-sol. Maravilhoso por aqui, quando as condições o permitem.

 

 

 

 

 Foi um dia muito especial cheio de experiências novas.

 

 2014.06.11

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publicado às 13:08

Já em Exmouth

por parasergrandeseinteiro, em 21.06.14

Quando finalmente cheguei a Exmouth o tempo ficou bem melhor. O sol apareceu e a temperatura era significativamente mais elevada.

 

Lighthouse/ SS Mildura Wreck:

 

 

 

 

 

 

 

Não deixamos de festejar o Dia de Portugal, fizemos uma almoçarada com chouriço assado, grelhados, saladas, camarões e claro... Um bom vinho!

 

 

2014.06.10

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publicado às 05:21

Shark Bay - Monkey Mia - Dolphin resort

por parasergrandeseinteiro, em 18.06.14

Shark Bay: Monkey Mia - Dolphin resort

 

Todas as manhãs os golfinhos são alimentados em circunstâncias muito controladas e supervisionadas. 

Tive oportunidade de assistir à sua chegada à costa (por livre vontade) e serem mimados com um peixinho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tive ainda oportunidade de ver pelicanos e emas.

 

 

Emas são aves não voadoras, bem parecidas com as avestruzes. São umas "tontas" espantadiças que me fazem rir só de se deslocarem.

As fêmeas poem cerca de 20 ovos e os machos incubam-nos durante 7 a 8 semanas, e não descuram o ninho durante 6 meses.

 

 

 

Os pelicanos são uns vaidosos que posam para as fotos descaradamente.

Têm uns bicos muito longos que formam uma bolsa para armazenar os alimentos, normalmente peixes.

 

 

 

 

Pelas longas e intermináveis estradas do oeste da Austrália (Western Australia), delimitadas por terra encarnada, tive várias surpresas:

 

 

Térmitas, também chamada formiga branca ou cupins.

Uma termiteira pode atingir vários metros de altura. É uma construção feita de terra, madeiras, excrementos de saliva, que as próprias térmitas mastigam formando a argamassa com que estas tenazes e temidas formigas constroem estes subsolo por numerosas galerias. São tão robustas que dificilmente são destruídos mesmo com a ajudado explosivos.

 

 

 

 

 

 

 

Trópico de Capricórnio, trópico do hemisfério sul, delimita a zona tropical da zona temperada sul.

 

 

Cangurus:

 

 

 

 

São amorosos. Tenho um carinho especial por este animal. 

Vi muitos e ainda quero ver mais! Ao final do dia tem que se fazer uma condução mais cuidada e atenta porque acontece muitas vezes (infelizmente) serem atropelados a atravessar a estrada!

 

(2014.06.09)

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publicado às 10:14

Shark Bay, Hamelin Pool. Os Estromatólitos

por parasergrandeseinteiro, em 16.06.14

Estromatólitos, afinal o que são estromatólitos?

São fósseis vivos, os maiores e mais antigos do mundo.

Podem ser considerados rocha, resultado da actividades de microrganismos em ambientes aquáticos que quando acumulados no fundo de mares rasos e calmos formam uma espécie de recife.

 

Eu tive oportunidade de os ver pela primeira vez em Hamelin pool.

São muito antigos, datam do início do Mesoarqueano (3,5 biliões de anos atrás), e são testemunhas dos primeiros organismos a realizar a fotossíntese oxigénica. Os principais microrganismos responsáveis pela formação destes tapetes estromatolíticos são as cianobacterias.

 

As cores, o silêncio e a paz que se fez sentir nesta "piscina" de harmonia convidou-nos a estar lá um bom tempo, só a aproveitar...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2014.06.08 Shark Bay (Hamelin Pool: Stromatolites)

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publicado às 04:44

A praia das Conchinhas

por parasergrandeseinteiro, em 16.06.14

Pernoitamos em Geraldton (424 Km a norte de Perth) e seguimos viagem pela costa em direcção a norte.

 

Shell Beach é uma praia coberta de pequenas conchas, calma e imaculada.

Não há o menor vestígio de lixo ou mão humana.

Apresenta-se assim branca e tranquila porque não há plâncton (microrganismos que se encontram em suspensão nas águas), tendo um aspecto completamente plano. Uma paisagem imperturbável.

 

 

 

 

 

 

 

 

2014.06.08, Shell Beach, Wulgada

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publicado às 03:30

Pináculos no deserto no Nambung National Park

por parasergrandeseinteiro, em 07.06.14

Milhares de pináculos originados misteriosamente das dunas de areia, não se conhece o processo de formação destas estruturas espectaculares e algumas chegam a ter 4 metros de altura. O contraste dos vários tons de areia, céu e mar, conjugado com o silêncio que existe faz esta experiência ser única!

 

 

 

 

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publicado às 14:04

Saudades desta paz...

por parasergrandeseinteiro, em 27.05.14

 

 

 

 

 

Janeiro 2014

Padang Bai, Ilha de Bali, Indonesia

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publicado às 08:55

Williamstown

por parasergrandeseinteiro, em 25.05.14

Adoro passear ao fim-de-semana. Ter o dia todo dedicado a uma causa... Simplesmente cirandar e contemplar as paisagens!

Ontem o destino foi Williamstown. Apenas a 9Km do centro da cidade, com uma marginal e uma baía muito bonitas. Um dia de Outono aquecido pr um sol ousado e ilustrado por uma bonita paisagem.


 

 

 

 

 

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publicado às 10:41

Um dia de Páscoa balnear

por parasergrandeseinteiro, em 20.04.14

Há uns tempos conheci uma rapariga portuguesa, divertida e cheia de energia. Demo-nos bem e combinamos ir fazer escalada, eu irei experimentar, um dia destes.

Perto de sua casa em Geelong (oeste de Melbourne), aconteceu hoje o campeonato de surf RIP CURL na Bells Beach, onde tivemos o nosso nosso surfista Tiago Pires competir. 

 

 

Aceitei o seu convite para o dia de hoje, o dia de Páscoa, que foi (muito bem) passado com um sol brilhante, cheiro a mar e uma maravilhosa vista!

 

 

Uma hora de comboio, que se fez muito bem, leia-se a dormitar ;)

 

 

E eis que se passou um belo dia frio aquecido por um sol descoberto.

 

 

 

 

Fizemos um almoço tardio ao pé do mar em Torquay Street:

 

 

Não houve amêndoas, nem cabrito assado, nem uma boa mesa portuguesa cheia dos meus, mas foi um dia muito agradável.

Desejos de uma Páscoa feliz!

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publicado às 12:47

Tana Toraja, sul da ilha de Sulawesi, Indonésia

por parasergrandeseinteiro, em 18.02.14

Aviso: Imagens chocantes, podem ferir susceptibilidades dos mais sensíveis!

 

10 horas de autocarro, 321 Km!

Chegados a Tana Toraja, cidade no sul da ilha de Sulawesi e íamos "fisgados" com as cerimónias fúnebres, tão diferentes e típicas, desta zona.

Em Rantepao, Tana Toraja, arranjámos um guia. Fiz um pouco de barulho com o preço que nos propôs, mas depois de uma pesquisa pela internet aceitámos a proposta. E valeu bem a pena!

Tivemos uma experiência e participação numa tradição única.

 

Uma comemoração fúnebre tem várias cerimónias. Estas, reflectem uma mistura de tristeza, comemoração e ostentação de riqueza.

Quando um Torajan morre em Toraja, os membros da sua família realizam uma série de cerimónias fúnebres, durante vários dias, que normalmente duram vários dias antes do falecido ser enterrado.

 

O falecido não é enterrado imediatamente, mas guardado em numa casa tradicional com a família, Tongkonan, como os locais chamam - sob o mesmo teto com a sua família.

 

(Imagem a ser introduzida assim que as condições de WiFi o permitão)

 

Os Torajans consideram que até ao enterro propriamente dito a pessoa apenas está a sofrer de uma doença e não morta. Quando o primeiro búfalo é sacrificado, então o seu espírito pode começar a sua viagem à Terra das Almas.

 

 

 

 

A grande questão aqui é: uma comemoração destas requer um investimento financeiro significativo e pode não haver liquidez disponível para o fazer de imediato.

Por tradição, as famílias guardam os corpos preservados em bálsamos e mumificados, até terem o dinheiro necessário para fazerem o funeral com todos os requisitos necessários.

Este empasse pode demorar de 1 até 10 anos, dependendo do condição financeira da família. Se tiverem posses é mais rápido.

 

Minhas perguntas:

"Dormem perto ou com corpo?" - Sim, ao lado. Na mesma cama.

"Não cheira mal?" - Um pouco. Mas no processo de mumificação, colocam um tubo de bambu para vazar os líquidos das entranhas e com o tempo deixa de deitar cheiro."

(Já devia estar verde-acinzentada nesta altura)

O guia ainda referiu: "vocês poupam dinheiro para as férias, nós poupamos dinheiro para os funerais das nossas famílias".

 

A família do falecido deve fornecer as dezenas de búfalos e porcos que compõem estas cerimonias. E os convidados também oferecem.

 

 

 

 

 

 

 

 

Um bufalo categorizado como "mercedes" por ser de uma categoria superior. Segundo o nosso guia, esta criatura custa o equivalente a 8000 euros.

 

No funeral onde estivemos o falecido era de um estrato social elevado, e isso fazia-se notar no número de convidados (cerca de 2000) e abundância de animais.

 

Como tinha mais de 24 búfalos para sacrificar no seu funeral teve direito a uma estátua de madeira chamada TaoTao:

 

 

Não assistimos a luta de búfalos e galos, também típica.

 

Os membros da família abatem os búfalos e porcos oferecidos e do combate. Acreditam que o espírito do falecido vai viver em paz depois disso.

 

Os búfalos são abatidos e a carne distribuída aos visitantes do funeral. A distribuição é realizada de acordo com as posições sociais dos convidados, e o espírito do falecido também tem direito a uma porção de carne, conhecida localmente como Aluk Todolo.

 

 

As cabeças dos búfalos são devolvidos à família e os seus chifres colocados na frente da sua casa. Quanto mais chifres decorarem a frente da casa, maior o estatuto do falecido. O corpo não é enterrado até alguns dias após cerimónia.

 

 

 

Durante as comemorações há várias danças, sons de gritos dos membros da família.

 

 

 

 

O morto é enterrado - o descanso final - numa gruta natural ou esculpida para o propósito, ou em suspensão numa montanha ou mais raramente no solo.

 

 

 

 Familiares do falecido.

 

 

 

 

E foi assim a minha experiência, forte, intensa e marcante.

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publicado às 00:49

Adeus Bali!

por parasergrandeseinteiro, em 12.02.14
Praia de Kuta



Uma noite bem animada:





Ficámos em Kuta 2 noites para renovar o visto de turista na Indonésia e estende-lo mais um mês.
O sul da ilha de Bali é demasiado turístico e já pouco autêntico . Está talhado para servir turistas.
Kuta é dos destinos mais procurados em Bali. A mim fez-me lembrar uma Rua da Oura, em Albufeira, pejada de turistas.

Estadia de 9 a 11 de Fevereiro.

Rumamos agora a ilha de Sulawesi, primeira paragem Makassar.

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publicado às 08:00

Padang Padang

por parasergrandeseinteiro, em 10.02.14
Chegamos a Padang Padang, no sul da ilha Bali.

Não sei se foi do excesso de calor, da "onda" demasiado turística, das abordagens para oferta de serviços (transporte, alojamento...) com preços ousados e para mim ofensivos. Encanitei-me!
Como turistas, e antes disso como pessoas civilizadas, devemos todo o respeito a culturas diferentes, mas não me façam de tonta!!! É que depois não é bonito!

Não aconselho. Na possibilidade de escolher outro destino na ilha de Bali, nem questiono.
Vínhamos mal habituados de Padang Bai. Boa casa, boa comida e uma gente mais humilde.

De qualquer forma tem o seu encanto:

Por do sol na praia:



Templo de Uluwato:



Estadia de 7 a 9 de Fevereiro de 2014

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publicado às 10:08

Soltas e Deliciosos momentos

por parasergrandeseinteiro, em 06.02.14

 Yogyokarta, Ilha de Java, Indonésia

 

 

Yogyokarta, Ilha de Java, Indonésia

 

É muito comum, receber uma abordagem calorosa, uma saudação ou apenas um aceno de qualquer portão ou quintal... Dizer "Bom-Dia", "Boa-tarde" ou só "olá" por parte de miúdos e graúdos.

 

Pemuteran, Ilha de Bali, Indonésia

 

As crianças brincam na rua. Sem supervisão, nem controlo. Aparentemente é tudo muito pacífico.

 

 

Pemuteran, Ilha de Bali, Indonésia

 

Depois do mergulho, um banho de água doce.

 

 

PadangBai, Ilha de Bali, Indonésia

 

 Há uma ternura, dedicação muito visível e manifestações de carinho de pais para filhos. Daí serem "todos" adultos tão amorosos.

 

PadangBai, Ilha de Bali, Indonésia

 

 

PadangBai, Ilha de Bali, Indonésia

 

A delicadeza de três meninas esperando pelo início da cerimónia do Barong.

 

PadangBai, Ilha de Bali, Indonésia

 

Em contraste com um grupo de meninos bem reguilas!

 

 

PadangBai, Ilha de Bali, Indonésia

 

Não há uma alma neste mundo que não conheça o Cristiano Ronaldo.

Por cá são muito interessados em futebol. Logo que se diz ser Portugues, ouve-se imediatamente: CRISTIANO RONALDO, MOURINHO...

 

 

 

Ujung, Ilha de Bali, Indonésia

 

Já não consegui apanhar a cena que queria.

Ia a conduzir, mesmo assim parei para fotografar. Três crianças em fila pela berma da estrada protegendo-se da chuva com uma folha de bananeira!

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publicado às 03:21

Onde e como ficar?

por parasergrandeseinteiro, em 05.02.14

Normalmente marcamos a nossa estadia, pelo menos a primeira noite, na véspera de chegarmos ao próximo destino. Através da internet fazemos a nossas escolhas e reservas baseadas nas "reviews" disponíveis e a coisa tem corrido bastante bem.

 

De qualquer forma achámos que saltamos um passo importante. Ver com os nossos próprios olhos, perceber a localização e acessos, negociar o preço e sentir a energia do local é sempre melhor.

Desta última vez resolvemos arriscar, sem marcação temos que nos sujeitar ao que houver didponivel, e enquanto eu bebi um Kopi (café) num qualquer warung (restaurante em indonésio) em Padang Bai e guardei os 300Kg que carregamos, o J foi bater perna à procura de um poiso para nós.

 

Ficamos numa HomeStay chamada Tirta Yoga.

 

 

Para além de ser dos sítios mais agradáveis onde ficámos, tem um pequeno-almoço bom e o preço é fantástico! Uma esplanada no andar de cima e de baixo, um bom quarto, internet... E os Donos são amorosos.

O Sr. Da nossa HomeStay já me ensinou a fazer as suas deliciosas panquecas de banana.

Eu e o J estamos viciados em panquecas de banana, e pelo andar da coisa não me parece que iremos enjoar.

 

Eu ultimamente ando numa de coleccionar receitas e super motivada para cozinhar e conhecer pratos novos, por isso pedi-lhe para o acompanhar a fazer o pequeno almoço. O seu inglês é reduzido mas o pessoal entende-se. Às vezes de formas muitos engraçadas.

 

Nem tudo esta disponível online, pode não correr tão bem das próximas vezes mas vamos voltar a arriscar.

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publicado às 04:50

Como conduzir na Indonésia?

por parasergrandeseinteiro, em 04.02.14

Não sei a resposta e não tenho muitos bons conselhos para dar. Ter sorte será uma ajuda importante.

Motas com 3 e 4 pessoas mais um carrinho de mão em suspensão ou um bicicleta em braços erguida no ar, é normal.

Montes de terra a ocupar a minha faixa. Obras.

E tudo o que pode ocupar uma estrada não é estranho! Os obstáculos de variadas naturezas estão la e o pessoal que se desvie.

Bicicletas e mesmo motas encostadas à minha berma, mas a moverem-se em sentido contrário. É mato!

Camiões gigantes, carroças e animais a atravessarem-se na estrada mais uma densidade de motoretas a aparecerem em todas a direcções possíveis e a ultrapassarem por ambos os lados conduzidas por seres humanos desde os 8 anos aos 90 anos de idade. Igualmente normal!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Estas fotos pouco reproduzem o caos da estrada. Ia agarrada ao volante e o J aos ... OO, mapas :) )

 

Tudo é possível e as regras não existem. Cumpri-las chega a ser um perigo. Se paro numa passadeira vou ser ultrapassada certamente e os peões ficam confusos COMIGO.

 

Choveu torrencialmente, andamos 300 Km em dois dias inteiros já que 30Km/h é uma boa média por aqui! Apanhámos estradas em que a largura das duas faixas juntas, era pequena para um carro...

 

Uma tarefa arriscada! Enfrentei provas arriscadíssimas! E já no final do segundo dia, a inverter a marcha numa estrada vazia bati (encostei levemente) numa mota de uma adolescente com 15 anos, parada atrás de mim (Céus! Eu não a vi).

Ficou presa ao meu pará-choques! Fiquei "roxa" e super incomodada (ou talvez mesmo aborrecida). Senti-me super preocupada (sentia os meus olhos em água) com a menina e a sua mota mas felizmente não houve danos. Numa estrada deserta apareceram não sei quantas almas para ver o que se passava. Insistimos para saber se a menina estava bem e se a mota precisava de reparação. Mas ficou tudo certo. Diz o J que se fosse em Timor Leste seriamos abordados com catanas e abriríamos a carteira à grande!

 

 

 

(Locais + J a desencastrarem a mota do nosso para-choques)

 

Depois de ficar descansada com a minha vítima, só pensava o quanto iríamos ser "sugados" pelos riscos no carro! Aqui estrangeiro PAGA sempre! No fim, felizmente não houve consequências.

 

Foi uma experiência. Sem dúvida! Intensa e stressante.

Foi a minha primeira vez a conduzir à direita. Cada vez que queria fazer pisca limpava os vidros. E às vezes em vez da segunda metia a marcha atrás. Ah, também confundi as faixas!

Conduzir uma carripana de 7 lugares também não é maneirinho!

E a experiência de condução aqui é tipo jogo de computador. Vão aparecendo "cenas" e temos que nos desviar. E há vários níveis! Mas só devemos ter uma vida!

 

Apesar do J ir tenso e com dificuldades de fazer a digestão ao meu lado, enquanto eu dominava a viatura, vimos sítios muito bonitos e outros nem tanto mas conhecemos as redondezas de PadangBai!

 

A pérola da viagem:

Eu: J, não me trates com uma anormal sff!

J: T! Então vai para a tua faixa sff!

 

Nota: Pais! Prometo não conduzir mais aqui. Pelo menos tão cedo. Até para o bem da minha relação com o J (LOL).

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publicado às 09:16

Manhãs

por parasergrandeseinteiro, em 04.02.14
Não há como os cheiro e luz da manhã. Quanto mais de manhã, mais intenso se sente. A natureza acorda e respira diferente. Ainda não "sua", só respira sem esforço.
O calor ainda se sente ténue, mas já aquece.

Sempre adorei manhãs. Costumo dizer que é porque vou comer (eu nasci para comer), mas a verdade é que sou uma pessoa bem disposta de manhã.

Um café na mão, e o mar mesmo ali... Só poderá ser um bom dia!
Um dia com cores lindas!






Geko divers, Padang Bai

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publicado às 08:40

Cerimónia do exorcismo. Dança do Barong em Padang Bai, Bali

por parasergrandeseinteiro, em 01.02.14

   

 

 

 

 

 



Uma cerimónia religiosa hindu que se tornou numa encenada (?) guerra espirítual.

Um cerimónia local com um propósito espiritual muito profundo.

Assistimos a um acontecimento crucial, acredito que fora das eventuais performances turísticas, o exorcismo.

A história de Barong , segundo a mitologia de Bali.
Rapidamente...
Dança Barong retrata uma batalha épica entre o bem e o mal, um conceito semelhante na maioria das religiões do mundo.

 

Barong, muitas vezes representado como um leão, representa um final bom.

 

 


Em contraste, Rangda é uma bruxa má, ou a rainha do demónio:

 



O Barong aparece em palco, acompanhado por macacos , que são historicamente associados como ajudantes do Barong.

(Razão pela qual há tantos macacos nos templos de Bali.)

 

Os macacos dançavam felizes ao redor de Barong antes de Randga aparecer. Randga circundava Barong na tentativa de lhe causar danos.

Aqui começa a batalha entre o bem e o mal.

Não foi uma performance para os turistas. Foi uma cerimónia religiosa para equilibrar o nível de bem e mal na aldeia de Padang Bai.

O público (locais) começaram a exaltar-se, e nós distanciámo-nos da multidão.
Dizem, que é o ponto em que as pessoas começam a possuir-se pelo espírito maligno de Rangda.
Começaram a espernear e a gritar descontroladamente. Seis ou sete homens próximos das "vitimas" reagiram rapidamente e prenderam os seus braços e pernas no chão, enquanto lutavam com o que parecia ser uma histeria pura.

 

As mulheres locais e as crianças apreciavam a cena, aparentemente calmos e resignados aos acontecimentos.

Devo dizer que é “forte” assistir a estas cenas.

 

Ao longo da cerimónia, e já com noite cerrada, várias pessoas entraram nesse estado de transe. Enquanto isso os seus conterrâneos juntavam feixes de madeiras e incendiavam... e de novo uma nova multidão formou-se e a histeria, gritos e pessoas em transe aumentaram.


 

 

 
Era hora de o exorcismo!
O espírito de Randga ainda estava muito presente nos homens possuídos, e a loucura parecia aumentar…
Os aldeões vestidos a rigor, com as cabeças envoltas em panos brancos e vestidos de sarongs começaram a forçar arak, uma bebida alcoólica local, nas bocas dos homens desesperados.
De repente os homens possuidos ficaram obcecados com as chamas próximas e atiraram-nos ao fogo e tentaram apagá-lo no seus próprios corpo e cara, enquanto os seus companheiros evitavam a todo o custo que houvesse danos maiores.
Uma cena impressionante.  
O fogo representa os espíritos malignos. E assim um a um o espírito de Rangda foi exorcizado , e o equilíbrio entre o bem e o mal foi restaurado.
Os homens exorcizados desabaram em silêncio no chão, exaustos da guerra espiritual que tinha ocorrido dentro deles.

Nunca tinha visto uma dança Barong, muito menos que incluísse uma cerimónia de exorcismo.

 

Foi um privilégio ter assistido a esta cerimónia. Primeiro porque não esperávamos, segundo porque uma performance local e não turística e terceiro porque  foi uma experiencia nova, intensa que me trouxe ensinamentos.

 

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publicado às 10:01

Dia de snorkeling! E que dia!

por parasergrandeseinteiro, em 31.01.14

Ontem foi mais um dia de snorkeling. Lagoon bloo e White sand beach. Uma Praia de manhã, e outra a tarde.

Vi uma raia (Blue spotted ray) de manhã a alimentar-se, e vi uma tartaruga a tarde. Entre os Inúmeros peixinhos de mil e uma cores, diz o J que tive muita sorte!

Eu adorei a experiência.

Será sorte de principiante?

Entretanto, entre banhos e mergulhos, boa estadia, boa comida, bonitos pôr-do-sol e o tempo que ainda temos, decidimos estender a nossa estadia por Padang Bai.

 

 

 

 

 

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publicado às 12:02

Um dia supimpa!

por parasergrandeseinteiro, em 28.01.14

Já por cá apanhamos uma valente constipação. Eu abri as hostes e de seguida tive a amabilidade de partilhar a minha bicheza. Sorte tive eu de contaminar o J nos intervalos de mergulhos, se não teria sido chacinada.

Pessoal doente não mergulha!

Acho que foi no Monto Bromo devido ao excesso de sol e frio, e deu nisto. Vim preparada para calor, não para frio de rachar.

 

A mim ainda não me passou totalmente esta carraspana e ultimamente tenho sentido o corpo dorido, dor de cabeça, algumas irregularidades gastrointestinais... O suficiente para o J estar com preocupações mais elaboradas.

Eu(nós) fui(fomos) muito picada(os) por mosquitos, mas a ilha de Bali não está numa zona de risco elevado de malária e estaremos atentos.

 

Ontem chegamos a Padang Bai. Um destino de mergulho, e rezam os guias que tem uma praia de areia branca. Como o J ia mergulhar pareceu-me uma possibilidade interessante para mim.

 

Depois de uma noite mal dormida porque me senti mal, acordei cedinho pata tomar o pequeno almoço com o J, antes de sair para mergulhar o dia todo.

Fiz-me à estrada em busca da dita praia.

Não acertei logo no caminho e debaixo de um calor tórrido enganar-me no caminho, chegar aortas sem saída estava a piorar a minha disposição. Só queria uma sombra. Subi, desci, curvei...

 

E cheguei lá. Um paraíso!

 

 

 

A única turista na praia.

 

 

Os Indonésios, bem como a maioria dos locais do sudoeste asiático não apreciam banhos de sol. Por isso as únicas pessoas a pisar aquela areia e com acesso aquele mar cristalino era eu e meia dúzia de locais ansiosos por me venderem sumos de fruta naturais, panquecas, massagens...

 

 

Tive um dia maravilhoso.

Conversei muito com eles.

 

Uma jovem de 28 anos, com os seus 3 filhos, que me fazia massagens e me contava as suas preocupações com as crianças e marido que trabalha no mar.

 

 

 

Um rapaz, o Gde, de 26 anos que partilhou comigo durante horas os seus conhecimentos sobre vários países da Europa, na esperança que lhe ensinasse mais uma quantas coisas e enquanto isso treinava o seu inglês.

 

 

Dizia-me ele que se apaixonou por uma Finlandesa e que o seu sonho é ir viver para lá. Fiz uma pausa, olhei em frente para aquele mar fabuloso, baixei os olhos e vi os seus pés negros empoeirados de areia e descalços...

E disse-lhe: não conseguirias viver nem 3 horas na Finlândia.

Ele riu-se e perguntou-me o porque?

Respondi-lhe estão lá -10oC, é sempre de noite, as pessoas não sorriem, não abraçam e não dizem Bom-dia como aqui. E não há este mar, com esta cor.

Ele faz um olhar confuso, e respondeu, mas aqui também só há isto e é sempre assim.

Eu percebi-o. Tudo na vida é relativo.

 

Eu sei que é muito difícil para um Indonésio sair daqui.

E o Gde nunca saiu de Bali. Mas disse-lhe Então vai!

 

Às vezes temos que ir para voltar e saber o que temos. Que é tudo.

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publicado às 12:01

Bons momentos de degustação, leitura e escrita:

por parasergrandeseinteiro, em 27.01.14

A propósitos da cultura de esplanada e de tomar café que aqui se pratica, espaços cuidados e extremamente bem decorados, sempre com internet disponível, deixo algumas imagens de sítios e deliciosas refeições que me agradaram muito em Ubud.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração é extremamente cuidada e pensada. Faz a delícias de quem, como eu, gosta de acessórios, quadros e jogos de cor.

 

Esplanadas com almofadas e lugares confortáveis. Dá para consumir e descansar!

 

 

Produtos orgânicos (seja lá o que isso signifique por aqui), compotas, chás, licores... Tudo com muito bom aspecto.

 

 

Batidos, sumos, panquecas... e comida local. Muito boa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:23

Ubud

por parasergrandeseinteiro, em 26.01.14

Rumámos em direcção a sul na ilha de Bali e parámos por Ubud.

Fui novamente surpreendida, mas agora por uma charmosa cidade muito pitoresca. 

Ubud é uma cidade bastante turística e não tão inócua à evolução dos tempos, mas é uma lindeza!

Não só de praia ou de serra se fazem as maravilhas de mais uma passagem. Gosto muito destas ruas delimitadas por casas térreas e pequenas, na maioria das vezes com comércio local, bem cuidadas com flores e cores quentes.

 

A referir: apesar de ser uma cidade turística com marcas globais, há comércio local em cada metro quadrado destas mimosas ruas. 
Pinturas batik ou a óleo, artesanato, vestuário, sarongs e afins...
E o que mais me impressionou é a cultura do café que aqui se prática.
Há estabelecimentos muito bem decorados e muito chamativos. Sente-se a preocupação na escolha das cores, materiais e conforto. No geral as bebidas quentes e frias, bem como comida são maravilhosas!
 

 

 

 

 

Apreciei muito a caminhada pelos arrozais e pelos meandros desta natureza tão densa e cheia de força.

 

 

 

 

 

 Ubud, uma cidade para mais tarde revisitar.

 Estadia de 23/01 a 27/01 de 2014.

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publicado às 03:10

Estar para aqui...

por parasergrandeseinteiro, em 25.01.14
Sinto-me finalmente a relaxar, a descansar, a conseguir freiar os mil pensamentos, planos ou expectativas que tenho sempre em carteira. 
Tenho a sensação que já nem sabia descansar e deixar apenas o dia fluir. 
Passei muito tempo a "toque de caixa", como eu costumo dizer. Nem para um almoço de família ou amigos tinha tempo ou disponibilidade. Acordava sempre, impreterivelmente, com o despertador e mais cedo do que o meu corpo queria despertar. 
Agora, acordo com galos. Deito-me numa boa sombra com aragem para dormir uma sesta. Ouço grilos, e animais que não conhecia como o geko, uma espécie de lagarto que manda uns "gritos" potentes e engraçados. 
Não há rádio, nem TV. 
Escreve-se, lê-se, conversa-se, ou então não se faz nada. Esta-se para aqui.

Gosto desta paragem. 
Preciso desta paragem. 
Tem sido importante para me posicionar. 
Não somos nada do que vestimos ou possuímos. 
Eu sou apenas aquilo que me exijo ser. Ser boa para mim e para o que me rodeiam é tão relativo! Somos movidos por estímulos. Perante a dificuldade podemos ter tantos caminhos para seguir. Uns mais fáceis e outros mais difíceis, uns serão melhores e outros mais correctos. 
Mas quem dita essas regras, essas escolhas? Eu apenas. Gosto do que tenho sido e quero sempre gostar do que sou. 

Gosto desta paz que dorme tranquila no meu peito.
Deixei muita coisa desnecessária para trás.

Curioso viver sem grandes vaidades! Logo eu, que tiro tanto prazer de ser vaidosa. Sempre o serei.
Vivi tempos em que nunca calçava saltos rasos, usava sempre maquilhagem, brincos, pulseiras.... Perfume, creme de mãos, unhas exemplarmente arranjadas...
Agora esvoaçam as ondas naturais do meu cabelo, tenho as pernas picadas de melgas e a cara lavada e hidratada. E sinto-me bonita.

Esses tempos hão-de voltar. Mas até lá gosto desta sensação de só estar para aqui. Feliz.



Ubud, Bali, Indonésia

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publicado às 10:42

Menjangan Island, Bali

por parasergrandeseinteiro, em 22.01.14

Há muito que tinha curiosidade em experimentar mergulho. Por muitas razões e meios diferentes, sempre estive bastante próxima de pessoas que fazem mergulho e a opinião é unânime. Adoram! Por alguma boa razão tem de ser!
Os últimos 3 anos foram extremamente preenchidos com outras prioridades e não consegui satisfazer a minha vontade e entusiasmo. O mais perto que estive não passou de uma experiência numa piscina. Aí fiz o meu baptismo de mergulho mas não foi nada de especial e não deu para deixar o "bichinho".

Agora que tinha todas as condições reunidas para o fazer, já que me faço acompanhar (e muito bem!) de um instrutor de mergulho, não posso! E é mesmo assim… Depois da mina cirurgia e complicação pulmonar pós cirúrgica não é intelingente arriscar. Se acontecer alguma coisa os peixinhos não me poderão ajudar!

Tenho a dizer contudo, que fui bastante bem recompensada nesta maravilhosa paisagem + uma máscara + um snorkel.
É incrível o que o mar esconde no seu intimo, e o que por lá se passa? Que tranquilidade, que ambiente mágico está ali?
Parecia estar dentro de um um mundo de mil cores, onde não há mais nada se não peixinhos, peixes e peixões, moluscos, esponjas e conchas maravilhosas depositadas em corais de mil texturas e cores… Absolutamente petrificante. Eu só não queria incomodar!

Estou habituada a ver peixes em aquários ou mesmo bonitas imagens na Tv mas ali senti-me no mundo de alguém que não o meu e até estava com cerimónia. Estava encantada.
A panóplia de cores e padrões vai para além da minha imaginação e quiça recordação neste momento. Seria dificil fazer uma desenho tão belo!

Não poderei ser uma mergulhadora mas poderei ser uma snorkeler! ;) 

 

 

 

 

 

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publicado às 10:17

Ah pois é

por parasergrandeseinteiro, em 21.01.14

Ter uma casa de banho ao ar livre é relaxante e diferente. Com este calor todo tomar banho de chuveiro à chuva é agradável. O único "senão" é a fauna que nos ataca em situações mais constrangedoras à noite, se a necessidade assim o ditar! Minhocas, formigas, melgas... Lagartos!

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publicado às 14:38

Ora bem...

por parasergrandeseinteiro, em 19.01.14

Calor que se farta, horas intermináveis, uma valente constipação,,, Autocarro + comboio + Ferry + UMA CHUVADA que nos deixou uns “pintos” + um minibus = chegada a Pemuteran, Ilha de Bali!

 

E agora vou descansar ;)

Pemuteran, Bali, Indonésia

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publicado às 10:47


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