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Sydney

por parasergrandeseinteiro, em 01.08.14

 Oprera House

 

 

 

Sydney Bridge

 

 

Adorei esta marginal, com uma baía muito charmosa cheia de restaurantes convidativos para relaxar e saborear uma boa refeição ou apenas um bar para beber um copo de vinho e sentir o sol a esconder-se num degrade de tons quentes que se fundem no escuro da noite, sendo substituídos pela linda iluminação que toma conta deste tão famoso porto da cidade de Sydney.

 

 

Bondi Beach:

 

 

 

Uma das praias mais famosas de Sydney, mais uma vez preenchida por famílias, cães e seus donos, desportistas, turistas... uma imagem tão característica da Austrália. 

 

 

 

 

 

 

Featherdale Wildlife Park:

 

 

Sou apaixonada por cangurus. A visita a este parque natural deu para "tirar um pouco a barriguinha de misérias".

Pobres animais não têm culpa desta minha obsessão! Mas são uma fofura que não se aguenta.

 

 

 Wombat, mais uma fofura!

 

 

Coalas dorminhocos ao nível das 17h de sono por dia. Fiz (MUITAS) festinhas e este pequeno coala que dormia profundamente. Não fosse a tratadora dizer-me para não lhe tocar na cabeça, saía lá desconfiada da veracidade do exemplar.

 

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publicado às 10:31

Já no final da "road Trip"

por parasergrandeseinteiro, em 26.06.14

 A última "voltinha" (2014.06.14 and 15)

 

 

 

Perth:

 

 

 

 

 

City Beach: Mais um pôr-do-sol

 

 

 

 

Cottesloe Beach:

 

 

 


Sorrento beach:

 

 

Fremantle (tem muitos edifícios coloniais e mercados, muito agradável para "bater perna"):

 

 

E assim terminou uma "Road Trip" de Perth a Exmouth e de Exmouth a Perth. 

Apanhei o avião de Perth para Melbourene de coração cheio.

 

 

 

Resumo: WESTERN AUSTRALIA trip

2014.06.07

Pináculos

Lancelin Beach

 

2014.06.08

Geraldton

Shell Beach, Wulgada

Shark Bay - World heritage area: Hamelin pool (Estromatolitos)

 

2014.06.09

Shark Bay - Monkey Mia - Dolphin resort

 

2014.06.10

Exmouth Lighthouse/ SS Mildura Wreck

 

2014.06.11

Tantabiddi Boat Ramp, Ningaloo Marine park (tubarões baleia)

 

2014.06.12

Cape Range National Park:Yardie Gorge trail

Turquoise Bay - Bloodwood Creek

 

2014.06.13

Coral Bay: Ningaloo reef

 

2014.06.14 and 15

Perth

Frementle

Cottesloe Beach

City Beach

Sorrento beach

Melbourne

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publicado às 04:33

Cape Range National Park

por parasergrandeseinteiro, em 23.06.14

Um parque natural maravilhoso ao longo da costa do Ningaloo reef onde tive oportunidade de ver muitos cangurus (wallabies) e Emas 

 

 

 

 

 

 

Fui fazer a caminhada pelo Yardie Gorge trail com uma vista privilegiada sobre o Ningaloo reef:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Parei numa praia considerada das mais bonitas da Australia: Turquoise Bay

 

   

Bloodwood Creek:

 

 

 

 

 

  

2014.06.12 

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publicado às 03:02

Já em Exmouth

por parasergrandeseinteiro, em 21.06.14

Quando finalmente cheguei a Exmouth o tempo ficou bem melhor. O sol apareceu e a temperatura era significativamente mais elevada.

 

Lighthouse/ SS Mildura Wreck:

 

 

 

 

 

 

 

Não deixamos de festejar o Dia de Portugal, fizemos uma almoçarada com chouriço assado, grelhados, saladas, camarões e claro... Um bom vinho!

 

 

2014.06.10

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publicado às 05:21

Shark Bay, Hamelin Pool. Os Estromatólitos

por parasergrandeseinteiro, em 16.06.14

Estromatólitos, afinal o que são estromatólitos?

São fósseis vivos, os maiores e mais antigos do mundo.

Podem ser considerados rocha, resultado da actividades de microrganismos em ambientes aquáticos que quando acumulados no fundo de mares rasos e calmos formam uma espécie de recife.

 

Eu tive oportunidade de os ver pela primeira vez em Hamelin pool.

São muito antigos, datam do início do Mesoarqueano (3,5 biliões de anos atrás), e são testemunhas dos primeiros organismos a realizar a fotossíntese oxigénica. Os principais microrganismos responsáveis pela formação destes tapetes estromatolíticos são as cianobacterias.

 

As cores, o silêncio e a paz que se fez sentir nesta "piscina" de harmonia convidou-nos a estar lá um bom tempo, só a aproveitar...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2014.06.08 Shark Bay (Hamelin Pool: Stromatolites)

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publicado às 04:44

A praia das Conchinhas

por parasergrandeseinteiro, em 16.06.14

Pernoitamos em Geraldton (424 Km a norte de Perth) e seguimos viagem pela costa em direcção a norte.

 

Shell Beach é uma praia coberta de pequenas conchas, calma e imaculada.

Não há o menor vestígio de lixo ou mão humana.

Apresenta-se assim branca e tranquila porque não há plâncton (microrganismos que se encontram em suspensão nas águas), tendo um aspecto completamente plano. Uma paisagem imperturbável.

 

 

 

 

 

 

 

 

2014.06.08, Shell Beach, Wulgada

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publicado às 03:30

Tana Toraja, sul da ilha de Sulawesi, Indonésia

por parasergrandeseinteiro, em 18.02.14

Aviso: Imagens chocantes, podem ferir susceptibilidades dos mais sensíveis!

 

10 horas de autocarro, 321 Km!

Chegados a Tana Toraja, cidade no sul da ilha de Sulawesi e íamos "fisgados" com as cerimónias fúnebres, tão diferentes e típicas, desta zona.

Em Rantepao, Tana Toraja, arranjámos um guia. Fiz um pouco de barulho com o preço que nos propôs, mas depois de uma pesquisa pela internet aceitámos a proposta. E valeu bem a pena!

Tivemos uma experiência e participação numa tradição única.

 

Uma comemoração fúnebre tem várias cerimónias. Estas, reflectem uma mistura de tristeza, comemoração e ostentação de riqueza.

Quando um Torajan morre em Toraja, os membros da sua família realizam uma série de cerimónias fúnebres, durante vários dias, que normalmente duram vários dias antes do falecido ser enterrado.

 

O falecido não é enterrado imediatamente, mas guardado em numa casa tradicional com a família, Tongkonan, como os locais chamam - sob o mesmo teto com a sua família.

 

(Imagem a ser introduzida assim que as condições de WiFi o permitão)

 

Os Torajans consideram que até ao enterro propriamente dito a pessoa apenas está a sofrer de uma doença e não morta. Quando o primeiro búfalo é sacrificado, então o seu espírito pode começar a sua viagem à Terra das Almas.

 

 

 

 

A grande questão aqui é: uma comemoração destas requer um investimento financeiro significativo e pode não haver liquidez disponível para o fazer de imediato.

Por tradição, as famílias guardam os corpos preservados em bálsamos e mumificados, até terem o dinheiro necessário para fazerem o funeral com todos os requisitos necessários.

Este empasse pode demorar de 1 até 10 anos, dependendo do condição financeira da família. Se tiverem posses é mais rápido.

 

Minhas perguntas:

"Dormem perto ou com corpo?" - Sim, ao lado. Na mesma cama.

"Não cheira mal?" - Um pouco. Mas no processo de mumificação, colocam um tubo de bambu para vazar os líquidos das entranhas e com o tempo deixa de deitar cheiro."

(Já devia estar verde-acinzentada nesta altura)

O guia ainda referiu: "vocês poupam dinheiro para as férias, nós poupamos dinheiro para os funerais das nossas famílias".

 

A família do falecido deve fornecer as dezenas de búfalos e porcos que compõem estas cerimonias. E os convidados também oferecem.

 

 

 

 

 

 

 

 

Um bufalo categorizado como "mercedes" por ser de uma categoria superior. Segundo o nosso guia, esta criatura custa o equivalente a 8000 euros.

 

No funeral onde estivemos o falecido era de um estrato social elevado, e isso fazia-se notar no número de convidados (cerca de 2000) e abundância de animais.

 

Como tinha mais de 24 búfalos para sacrificar no seu funeral teve direito a uma estátua de madeira chamada TaoTao:

 

 

Não assistimos a luta de búfalos e galos, também típica.

 

Os membros da família abatem os búfalos e porcos oferecidos e do combate. Acreditam que o espírito do falecido vai viver em paz depois disso.

 

Os búfalos são abatidos e a carne distribuída aos visitantes do funeral. A distribuição é realizada de acordo com as posições sociais dos convidados, e o espírito do falecido também tem direito a uma porção de carne, conhecida localmente como Aluk Todolo.

 

 

As cabeças dos búfalos são devolvidos à família e os seus chifres colocados na frente da sua casa. Quanto mais chifres decorarem a frente da casa, maior o estatuto do falecido. O corpo não é enterrado até alguns dias após cerimónia.

 

 

 

Durante as comemorações há várias danças, sons de gritos dos membros da família.

 

 

 

 

O morto é enterrado - o descanso final - numa gruta natural ou esculpida para o propósito, ou em suspensão numa montanha ou mais raramente no solo.

 

 

 

 Familiares do falecido.

 

 

 

 

E foi assim a minha experiência, forte, intensa e marcante.

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publicado às 00:49

Padang Padang

por parasergrandeseinteiro, em 10.02.14
Chegamos a Padang Padang, no sul da ilha Bali.

Não sei se foi do excesso de calor, da "onda" demasiado turística, das abordagens para oferta de serviços (transporte, alojamento...) com preços ousados e para mim ofensivos. Encanitei-me!
Como turistas, e antes disso como pessoas civilizadas, devemos todo o respeito a culturas diferentes, mas não me façam de tonta!!! É que depois não é bonito!

Não aconselho. Na possibilidade de escolher outro destino na ilha de Bali, nem questiono.
Vínhamos mal habituados de Padang Bai. Boa casa, boa comida e uma gente mais humilde.

De qualquer forma tem o seu encanto:

Por do sol na praia:



Templo de Uluwato:



Estadia de 7 a 9 de Fevereiro de 2014

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publicado às 10:08

Cerimónia do exorcismo. Dança do Barong em Padang Bai, Bali

por parasergrandeseinteiro, em 01.02.14

   

 

 

 

 

 



Uma cerimónia religiosa hindu que se tornou numa encenada (?) guerra espirítual.

Um cerimónia local com um propósito espiritual muito profundo.

Assistimos a um acontecimento crucial, acredito que fora das eventuais performances turísticas, o exorcismo.

A história de Barong , segundo a mitologia de Bali.
Rapidamente...
Dança Barong retrata uma batalha épica entre o bem e o mal, um conceito semelhante na maioria das religiões do mundo.

 

Barong, muitas vezes representado como um leão, representa um final bom.

 

 


Em contraste, Rangda é uma bruxa má, ou a rainha do demónio:

 



O Barong aparece em palco, acompanhado por macacos , que são historicamente associados como ajudantes do Barong.

(Razão pela qual há tantos macacos nos templos de Bali.)

 

Os macacos dançavam felizes ao redor de Barong antes de Randga aparecer. Randga circundava Barong na tentativa de lhe causar danos.

Aqui começa a batalha entre o bem e o mal.

Não foi uma performance para os turistas. Foi uma cerimónia religiosa para equilibrar o nível de bem e mal na aldeia de Padang Bai.

O público (locais) começaram a exaltar-se, e nós distanciámo-nos da multidão.
Dizem, que é o ponto em que as pessoas começam a possuir-se pelo espírito maligno de Rangda.
Começaram a espernear e a gritar descontroladamente. Seis ou sete homens próximos das "vitimas" reagiram rapidamente e prenderam os seus braços e pernas no chão, enquanto lutavam com o que parecia ser uma histeria pura.

 

As mulheres locais e as crianças apreciavam a cena, aparentemente calmos e resignados aos acontecimentos.

Devo dizer que é “forte” assistir a estas cenas.

 

Ao longo da cerimónia, e já com noite cerrada, várias pessoas entraram nesse estado de transe. Enquanto isso os seus conterrâneos juntavam feixes de madeiras e incendiavam... e de novo uma nova multidão formou-se e a histeria, gritos e pessoas em transe aumentaram.


 

 

 
Era hora de o exorcismo!
O espírito de Randga ainda estava muito presente nos homens possuídos, e a loucura parecia aumentar…
Os aldeões vestidos a rigor, com as cabeças envoltas em panos brancos e vestidos de sarongs começaram a forçar arak, uma bebida alcoólica local, nas bocas dos homens desesperados.
De repente os homens possuidos ficaram obcecados com as chamas próximas e atiraram-nos ao fogo e tentaram apagá-lo no seus próprios corpo e cara, enquanto os seus companheiros evitavam a todo o custo que houvesse danos maiores.
Uma cena impressionante.  
O fogo representa os espíritos malignos. E assim um a um o espírito de Rangda foi exorcizado , e o equilíbrio entre o bem e o mal foi restaurado.
Os homens exorcizados desabaram em silêncio no chão, exaustos da guerra espiritual que tinha ocorrido dentro deles.

Nunca tinha visto uma dança Barong, muito menos que incluísse uma cerimónia de exorcismo.

 

Foi um privilégio ter assistido a esta cerimónia. Primeiro porque não esperávamos, segundo porque uma performance local e não turística e terceiro porque  foi uma experiencia nova, intensa que me trouxe ensinamentos.

 

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publicado às 10:01

Ubud

por parasergrandeseinteiro, em 26.01.14

Rumámos em direcção a sul na ilha de Bali e parámos por Ubud.

Fui novamente surpreendida, mas agora por uma charmosa cidade muito pitoresca. 

Ubud é uma cidade bastante turística e não tão inócua à evolução dos tempos, mas é uma lindeza!

Não só de praia ou de serra se fazem as maravilhas de mais uma passagem. Gosto muito destas ruas delimitadas por casas térreas e pequenas, na maioria das vezes com comércio local, bem cuidadas com flores e cores quentes.

 

A referir: apesar de ser uma cidade turística com marcas globais, há comércio local em cada metro quadrado destas mimosas ruas. 
Pinturas batik ou a óleo, artesanato, vestuário, sarongs e afins...
E o que mais me impressionou é a cultura do café que aqui se prática.
Há estabelecimentos muito bem decorados e muito chamativos. Sente-se a preocupação na escolha das cores, materiais e conforto. No geral as bebidas quentes e frias, bem como comida são maravilhosas!
 

 

 

 

 

Apreciei muito a caminhada pelos arrozais e pelos meandros desta natureza tão densa e cheia de força.

 

 

 

 

 

 Ubud, uma cidade para mais tarde revisitar.

 Estadia de 23/01 a 27/01 de 2014.

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publicado às 03:10

BROMO, Ilha de Java, Indonésia

por parasergrandeseinteiro, em 19.01.14
O Monte Bromo é um vulcão activo e é parte do Tengger massif, oeste da ilha de Java, na Indonésia.
 
Com 2,329 metros é uma das atracções turísticas mais visitadas por aqui. O vulcão pertence ao Parque Nacional Bromo Tengger Semeru. O seu nome deriva do javanês Brahma, o Deus criador hindu.
Para chegar à borda da cratera optamos por ir a pé em detrimento das inúmeras hipóteses disponíveis: jipe, pónei, cavalo, mota...
A paisagem é árida e vulcânica, o silêncio é apaziguante e a suave textura do solo contribuem para uma caminhada muito agradável.
 

 

 

 

 

 

 

 

 Já não era o primeiro vulcão que ia ver, mas fiquei de queixo caído com a espectacularidade do que me esperava.

Depois de subir centenas de escadas até o topo, e ainda ofegante, deparo-me com um vulcão obviamente activo, imponente, um cheiro intenso a enxofre e um frio gélido devido à altitude a que me encontrava.

 

 

um vapor denso, quente e sulfurado a galgar a cratera. Uma imagem única e marcante.

Ao fim do dia tive oportunidade de assistir a um magnifico pôr-do-sol, o que fechou esta experiencia de uma óptima forma.

Adorei! valeu muito a pena a aposta no Monte Bromo.

 

 

 

Embora estivesse novoeiro, apanhei uma valente constipação e escaldão.

 

Estadia de 15 a 17/01/2014.

 

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publicado às 06:15

A destacar em Yogyakarta

por parasergrandeseinteiro, em 16.01.14

Malioboro street: situada no centro de Yogyakarta, é uma das ruas mais movimentadas da cidade e vive 24 horas por dia do comércio local, pontos de alimentação típica e entretenimento.

Water Palace (Palácio da água): gostei de imaginar que, em tempos passados, o sultão escolhia do cimo de uma torre a concubina predilecta para passar um bom momento na sua piscina privada.

Kraton, Sultan Palace: residência oficial do sultão e sua família.

 

Houve oportunidade para assistir a uma exibição de dança clássica e música tradicional Indonésia.

 

Começou a chover intensamente, aproveitei para deitar uma sesta ao som da chuva em cima da pedra mesmo.

Quando chove a temperatura fica mais generosa e aproveitei para relaxar um pouco.

 

 

 

Bird market: Não fiquei particularmente impressionada. Não gosto muito de ambientes de aviário e havia muitos mais que pássaros, larvas gigantes por exemplo...

 

 

 

 

 

Merapi Mountain: saímos do hotel por volta das 22:00, e começamos a caminhada por volta da 1:00 da manhã. 16km (ida e volta), numa encosta íngreme, escorregadia e com acessos pouco fáceis. Pelo menos para mim que perdi os meus ténis e resolvi fazer esta caminhada de sabrinas.

O objectivo era ver o nascer do sol do cimo do monte Merapi, um vulcão activo. Depois de um esforço aliviado pela motivação de ver o nascer do sol numa paisagem promissora fomos traídos pelo imenso nevoeiro. De qualquer forma valeu pela experiencia.

Templo de Borobudur: um dos centros de budismo mais importantes da Indonésia. É também considerado um dos maiores templos budistas do mundo.

Imponente e colossal. As sua dimensão e cor vulcânica enquadram-se harmoniosamente num cenário verde vibrante que lhe da colo. Este monumento foi restaurado pela UNESCO nos anos 70.

 

 

 

 

 


Templo Prabanam: é um templo Hindu. O maior templo na Indonésia dedicado à Deusa Shiva.

(estadia de 9/01 a 15/01/2014)

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publicado às 12:43

Arte chinesa "não oficial"

por parasergrandeseinteiro, em 22.07.13

Fui ver uma exposição à Asia Society - Hong Kong, sobre arte chinesa "oficiosa".

Há vários grupos dentro desta "categoria", mas Wuming, Xingxing e Caocao foram dos mais importantes formados por artistas em Pequim e Xangai, durante a década de 1970. Refletem a opressão e a falta de liberdade de expressão a que estavam sujeitos. O incrível é que estamos a falar do final do século XX. Só em1985 o Partido Comunista se tornou condescende em relação a esta pratica que divergia da arte oficial praticada sem restrições, que se regia por uma serie de regras (também vimos alguns exemplos).

Os quadros e esculturas, em si, não são transcendentes (longe estou eu de ser uma crítica de arte) mas são o reflexo de uma falta de liberdade tão recente, ao ponto de se deslocarem para uma cidade, estarem lá meia dúzia de horas a pintar o quadro e fugirem para outra que não a mesma. Uma realidade BEM mais agressiva do que a do "tempo da outra senhora".

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publicado às 06:41


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