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Hike + limpeza de praia + pôr do sol

por parasergrandeseinteiro, em 14.08.13

Hike em Ma Wan Park:

 

 

Pico do calor: apesar de não ser (de todo!!!!) a hora ideal lá fomos nós!

 

 

Uma grupeta composta, motivada e cheia de energia!

 

 

Uma colega/ amiga alemã que conheci no trabalho acompanhou-me nesta "ligeira aventura":

 

 

Continuo a adorar a mistura: conhecer pessoas diferentes + exercício físico + contato com a natureza:

 

 

 

 

E assim foi. Por mãos à obra e apanhar o lixo mais grosseiro.

Adorei a sensação final de olhar para a praia e estar visivelmente mais limpa!

 

 

Luvas e saco em punho, SUAR muito... mas a "coisa" fez-se:

 

 

Hong Kong ainda é para mim um sitio cheio de novidades, surpresas e pejado de cenários maravilhosos:

(muito bom para amantes de fotografia)

 

 

No fim do dia, uma grande alergia a não sei o que, picadas de insetos (por mais repelente e protetor que ponha há sempre sequelas):

 

publicado às 05:06

O meu primeiro Hike!!! (Mount Cameron, Hong Kong)

por parasergrandeseinteiro, em 31.07.13

À terceira foi de vez! Depois de 2 cancelamentos devido às más condições meteorológicas ... ontem estreei-me e descobri uma atividade que me agrada muito!

A grupeta:

Grupo dos monitores:

Foi o 600° (seiscentésimo ;)) Hike do Sr. da esquerda (SK).

Não há palavras para descrever o cheiro abafado da natureza, a adrenalina de caminhar na escuridão e poder sentir a força desta cidade lá bem ao fuuuundo:

A subida custou-me muito, confesso que a determinada altura pensei em desistir. Felizmente superei e terminei o meu primeiro Hike com uma certeza: foi o primeiro de muitos!

 

 

Foram só 7 km, com uma subida interminável... a partir daí foi só usufruir.

Mal posso esperar pelo próximo!

Uma forma saudável e altamente relaxante de terminar o dia!

publicado às 01:08

Porque sim

por parasergrandeseinteiro, em 19.07.13

Dou por mim, como tantos outros mais, a tentar perceber e a “escavar”, às vezes com muita forca, no porquê?. Faço “malabarismos” de lógica incríveis. A minha cabeça parece o kamassutra das explicações possíveis.

Aquela “campanha” ao Porque não ou Porque sim não são resposta, já foi menos valida para mim.

 

Ora bem… fazer planos, ter motivações e porque não ambições? faz parte e tem a sua inquestionável importância, mas inteligentemente vou entendendo que não poderão ser essas metas que talham a minha felicidade…

Há uma “mão cheia de coisas” que para mim fazem sentido, que desejo, mas não acontecem… e agora? Para quê tentar confortar-me com explicações, muitas vezes frustrantes, que depois de algum esforço mental para não me sentir "tão mal" com as minhas “não conquistas”, fragilidades e/ou necessidades, sinto simplesmente a menosprezar-me.

Não há um “-porque…” direto!

 

Sentir as coisas como são…Molhar os pés na chuva quente, andar no meio de multidões que não nos vêem, conhecer um tudo e ao mesmo tempo um nada, ter a certeza que cada um dá apenas o que quer ou o que pode/ sabe, sentir a vida sem porquês, nem teorias... e se for necessário espreitar o temido “buraco”.

Racionalizar e lamentar muitas vezes são uma perda de tempo. Ter a capacidade de tranquilamente não esperar pelo amanha e não questionar o agora. O presente vira passado, e o futuro presente por si só.

 

Eu acredito que a verdadeira felicidade é partilhada, seja em que circunstancias for, de outra forma não me faz o mesmo sentido… (E maravilhoso estar perante uma paisagem linda. Sozinho é bom, mas melhor ainda é senti-la com alguém).

 

Porquê? Porque sim. E não vou pensar “nisso”!

publicado às 02:45

Não me quero esquecer III

por parasergrandeseinteiro, em 15.07.13

Há muito que gostava de registar uma situação que aconteceu na minha vida, que dadas as circunstancias foi bastante importante nos primeiros tempos/ dias e evoluiu para uma boa relação de amizade. Ao dia de hoje posso dizer que foi das melhores coisas que me aconteceu desde que cheguei a HK.

No dia que vim para HK, fiz escala em Munique, e de Munique vim para HK.

Eu tenho uma (das varias :)) particularidade na minha relação com transportes aéreos: sento-me no avião e durmo (sem ajuda farmacológica), às vezes nem dou conta da descolagem (a melhor parte), nem das refeições. Dessa vez não foi diferente. Das dez horas de voo (não estou certa se foram mais ou menos) dormi para ai 9h e quando acordei o meu vizinho de lado comentou comigo num tom de humor "fino": “Que sorte que eu tinha, em dormir o caminho todo, e que azar o dele por ter uma companheira dorminhoca”, fez-me sorrir... Já que vinha tão chorosa!

Falámos um bom bocado até à aterragem, apresentou-se e disse-me que estava em HK há mais de 10 anos com a sua esposa e contei-lhe que ia trabalhar para Hk e bla bla...

Mensagem que o V. me enviou, ja nem me lembrava disto :D

 

São um casal indiano, muito bem-educado, na faixa dos 50 e considero-os pessoas muito completas. “Aperfilharam-me” completamente, no bom sentido! São muito activos culturalmente, são desafiantes nos assuntos que abordam e têm interesses aliciantes.

 

Quando estive a estudar para o último exame de York, e por isso com menos possibilidades de conhecer a cidade e pessoas, foram inúmeras as vezes que me foram buscar para jantar, ir a exposições, levaram-me bolos e fruta a casa, corrigem-me o inglês :) (a meu pedido)... contribuíram substancialmente para o meu equilíbrio psicológico.

Justiça seja feita a um amigo português, que conheci cá, e que foi, e é, muito importante para mim! 

 

Ou seja, foi, e é, bom conhecê-los pelo imediato bem-estar que me dão, e melhor ainda pela referência que fica.

(Confesso que, em relação ao casal, cheguei a desconfiar de tamanha “filantropia”. Infelizmente temos sempre um "pé atrás" e cheguei a ter teorias menos bonitas!!!)

 

No último domingo fui com eles a um templo indiano (hindu) em Happy Valey e depois fomos jantar juntos. Os pais do V. (elemento masculino do casal) estavam cá e fomos juntos. Os seus pais são muito tradicionais mas têm uma mente bastante aberta a culturas e religiões diferentes. A mãe (não consigo dizer, escrever... o nome) ia vestida de sari a rigor, sedas de cores quentes, cheia de brilhantes... fiz imensas perguntas (demais até...) e descobri uma série de pormenores interessantes. Amorosos!

 

 

Eles puseram-me à vontade, e eu estive a rezar com eles... Acho que isso pode ser universal, rezar para mim pode passar apenas por refletir. Foi muito intenso. Mais uma vez aprendi uma serie de coisas:

Hinduísmo é um estado de espírito, uma atitude mental, socialmente dividido, teologicamente sem crença, desprovido de veneração em conjunto e de formalidades eclesiásticas ou de congregação.

Os hindus acreditam num espírito supremo, que é adorado de muitas formas, representado por divindades individuais.

O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas, meios de ajudar o indivíduo a experimentar a divindade que, segundo eles, está em todas as partes, e realizar a verdadeira natureza de seu Ser.

 

Brahma é uma das principais divindades do hinduísmo, mas os hindus dedicam o seu culto a cerca de 330 mil divindades diferentes

 

O sistema de castas da Índia é uma divisão social importante na sociedade Hindu, não apenas na India, mas no Nepal e noutros países e populações de religião Hindu. A Constituição Indiana rejeita a discriminação com base na casta embora socialmente a hierarquia esteja implicitamente presente.

Castas na Índia

  • bramanes (sacerdotes e letrados) nasceram da cabeça de Brahma;
  • xátrias (guerreiros) nasceram dos braços de Brahma;
  • vaixás (comerciantes) nasceram das pernas de Brahma;
  • sudras (servos: camponeses, artesãos e operários) nasceram dos pés de Brahma.

(O V. enviou-me um esquema mais completo mas este dá bem para perceber)

Uf... ontem estava tão entusiasmada que fiz um testamento!

publicado às 09:18

Agora é que foi!

por parasergrandeseinteiro, em 10.07.13

E assim chegou ao fim uma luta de 770 dias, onde cresci muito e tentei ser uma pessoa melhor e mais eficiente. Mudei de funções profissionais, terminei uma relação, fui submetida a uma operação major ao coração, mudei de país, continente, de funções profissionais (de novo), de empresa... e espero ter terminado este magnifico e, simultaneamente, doloroso curso.

Desde que cheguei a HK: 

Teleconferências com colegas de York sujeitos a uma diferença horária anedótica, livros e livros, artigos e ainda mais não sei o que. 

A preocupação de cumprir prazos, atacar várias frentes e perceber o que era realmente necessário para os "pratos nao caírem".

Gerir as pressões do novo trabalho, novos e desconhecidos desafios, cultura diferente e terminar esta etapa final.

Dizer "não" a quase tudo o que me poderia ajudar a equilibrar nesta fase de adaptação.

Não foi fácil e por enquanto "não quero brincar mais" a isto.

 

 

 

Uma semana de exame, onde a gestão de tempo e de stress foi crucial.

Tive muita sorte, porque com o apoio da família, amigos de sempre e pessoas maravilhosas que conheci cá (não me esquecerei da sua preocupaçãoe carinho) foi mais fácil.

E caramba!!! tinha mais era que "mergulhar" e dar o meu melhor.

Venha o resultado... a recompensa já a tenho: consciência tranquila por ter feito o melhor que sei!

 

 

Não preciso dos "louros" ou orgulhos. Quero apenas nunca me esquecer que mesmo na adversidade manter a cabeça e o espírito saudáveis, faz-nos ter força... A vida não é fácil e por isso mesmo temos que aprender a viver da melhor forma. Se possível, FELIZES!!!

publicado às 07:54

Final Countdown final...

por parasergrandeseinteiro, em 04.07.13

Ate dia 10 de Julho dedicarei toda a minha energia para fechar um ciclo e uma etapa muito importante na minha vida!

Beijos e até lá!

publicado às 00:56

E lá se vai andando, com a cabeça entre as orelhas!

por parasergrandeseinteiro, em 24.06.13

Arrumar a tristeza. Desfazer a incerteza e transforma-la nas minhas certezas.

Admitir que pior que perder é não viver, amar ou até mesmo sofrer.

Ignorar os pensamentos “apertados”, desconfortáveis, que me alteram a frequência respiratória em qualquer altura e qualquer lugar, que me contorcem a alma ao adormecer. Frear as tentativas romantizadas da minha mente contornar as dúvidas, irreais, que me transportam para um campo de guerra comigo mesma.

Só deixar andar, não dar Essa importância. Tomar conta e educar-me!

Acho que a isto se chama crescer e aceitar a vida como ela é. E com isso saber viver feliz e em paz.

 

publicado às 03:04

Um fim de tarde no mínino emocionante!

por parasergrandeseinteiro, em 02.06.13

Pelas cinco da tarde do dia de ontem, FINALMENTE veio cá o técnico da Eletrolux para fazer o diagnóstico da minha placa de indução que deu o berro exatamente há uma semana atrás.

Surpreendentemente apareceu um Chino todo compostinho, bonito posso dizer... Raro por aqui... e concluiu que não tinha arranjo. (uma gaita que terá de ser resolvida, por agora continuo sem cozinhar!).

Aproveitei e pedi-lhe para me abrir os garrafões de água (seis unidades encostadas à box porque não os conseguia abrir). Ofereci-lhe um copinho de água e nem um sorrizinho!

 

Pus-me a caminho do centro cultural de Kowloon para ir ver um espectáculo Les Tambour du bronx (um espectáculo idêntico aos STOMP).

Numa combinação via internet, uma rapariga filipina, a Devi, comprou-me o bilhete e combinámos encontrarmo-nos a porta do Centro. (Não a conhecia, nem nunca tinha visto).

Fui de metro, pus-me a caminho a "penantes" auxiliada pelo Google Maps... e esbarrei-me com uma rua cortada!

 E eis que tínhamos o seguinte cenário:

Um senhor sob protesto a ameaçar suicidar-se. Polícia, bombeiros, almofada insuflável (que veio estragar os planos do protestante!).

As pessoas que vinham do meu lado, chegavam à fita, paravam, tiravam fotos e suspiravam algo do género: Gaita, outra vez um maluco a ameaçar suicidar-se!

 

Dei a volta "ao quarteirão" e lá contornei o problema, e estava outra vez no meu caminho. Andei, andei, andei, voltei para trás, para frente... esta terra é a loucura! Tanta luz a piscar, tanto edifício, tanta coisa grande... parece que nada sobressai O centro cultural não poderia ser uma coisa pequena... Desisti, apanhei um táxi.

Quando cheguei lá, a Filipina já estava lá dentro da sala do espetáculo com o telemóvel desligado! (Pimba, vai buscar!).

Fui com tempo, mas no meio desta loucura toda... cheguei em cima da hora e o risco de ter perdido o espetáculo era real!

Já quase a desistir... lembrei-me: vou perguntar aos senhores se alguém deixou um bilhete com o meu nome. (não tinha muita esperança, porque caso a Devi tivesse pensado nisso teria enviado uma mensagem). Das 5 portas que havia, na terceira estava o meu BILHETE!!!!

 

Adorei, deu para descontrair... e esqueci toda esta confusão:

No fim do espetáculo, esta gente é toda louca e invadiu o palco:

 

E assim foi, mais uma aventura na minha passagem por HK.

publicado às 14:50

Um fim de semana de estudo

por parasergrandeseinteiro, em 18.05.13

A minha guerra continua... Já com muitas batalhas superadas, mas Oxalá! ganhe a Guerra.

York, York, York... A minha cruz. A minha preocupação. Só falta um módulo, "tenho" que o superar e terminar esta grande luta!

No meio do meu processo de adaptação à cidade, ao trabalho e de certa forma à cultura... vou tendo condições mentais para me concentrar!

 

Bora lá equipa... Eu "tenho" que conseguir:

 

publicado às 09:40

A pedido da minha querida prima M (a mais velha ;))

por parasergrandeseinteiro, em 13.05.13

A minha prima M está a fazer um trabalho sobre a emigração em Portugal, estabelecendo um paralelismo de motivações entre os anos 50/ 60 e os dias de hoje.

Pediu-me o meu testemunho para utilizar como um anexo.

Tive todo o gosto em contribuir e partilho-o agora aqui:

 

Construir um ‘América’, ou será uma Ásia’?

Cresci a ouvir, que tempos houve no passado, em que muita gente, inclusive o meu querido avô Correia, teve que prescindir da sua família e zona de conforto para se lançar além fronteiras. Era a única forma de gerar um orçamento familiar capaz de fazer vingar os filhos. E assim foi.

O meu avô saiu de Portugal, provavelmente numa carripana com um grupo de gente nas mesmas condições, atravessou grande parte de Espanha a pé, à boleia… será difícil imaginar! E chegou a Paris.

Na altura não havia skypes, facetimes, telemóveis, emails… a carta que demorava semanas a chegar era a única forma de aconchegar um coração ferido pela saudade.

As 3 filhas que teve são hoje mulheres “bem criadas” mas à custa de um pai ausente.

 

Terminei o meu curso, comecei a trabalhar no dia a seguir ao meu estágio… Passei de uma empresa para outra e outra, tirei um mestrado e agora estou a terminar uma pós-graducao numa prestigiada universidade no Reino Unido de onde saem primeiros ministros e presidentes.

Não me posso queixar, ganhei a minha independência na altura que tive necessidade e também possibilidade. Fui crescendo profissionalmente e ganhando responsabilidades, viajei bastante.

Então porque sair do meu pais? Então porque não ter os que mais amo no meu dia a dia…?

 

No dia 26 de Junho de 2013 faz sete anos que terminei o meu curso e que estou a trabalhar. No dia 26 de Junho de 2013 faz sete anos que deixei de receber mesada e passei a ter uma conta com mais de 3 dígitos (pelo menos no dia em que me pagavam) e há sete anos que gosto de me desafiar, que acredito que quando fazemos algo bem terá repercussões… não necessariamente pessoais, mas no resultado de um projeto, na vida de um doente, no futuro de algo…

Sou uma mulher da ciência, acredito na lógica e no raciocínio… e nos últimos anos, infelizmente, deixei de perceber muita coisa no meu país.

Saí do meu pais, porque precisei de sair de um “barco que se está a afundar”. Porque vi muita gente muito próxima de mim a perder o emprego, a não ter possibilidades… ‘Abandonei’ o barco, porque sou adepta da premissa que a mudança não é reativa mas sim proativa. Vim buscar ajuda talvez… e tenciono voltar.

 

Nunca tive nada de ‘mão beijada’. A sorte construo-a todos os dias, e pago um preço alto… as saudades, a solidão, a incerteza do futuro, a dúvida do que está certo ou errado… Mas não olho para trás, vim buscar motivação, vim viver e respirar coisas novas, vim aprender com pessoas diferentes, vim abraçar um projeto profissional melhor, vim ganhar dinheiro… Vim buscar o que o meu pais deixou de me poder dar, a esperança e possibilidade de viver com qualidade.

Nos últimos tempos, leia-se 4 anos, trabalhei bem mais que 8 horas por dia, hipotequei os meus serões e fins de semana, e  não tinha dinheiro para gozar de momentos de lazer… nem para poupar!

Vim por mim, vim pelos Meus e pelos que hão de vir.

 

Avô Correia, todos nos só somos o que somos hoje porque tu és um homem que não olhou para trás e foste buscar a tua sorte. És uma inspiração para mim.

 

Cada um tem o seu fado, o meu será sempre Portugues… mesmo do outro lado do mundo.

publicado às 14:57

Um pouco de cultura!

por parasergrandeseinteiro, em 12.05.13

Há exatamente duas semanas que cheguei a Hong Kong.

 

Quando vinha no avião de Munique para Hong Kong, o meu vizinho de lugar, o Vickas, tornou-se meu amigo...

Vim a viagem toda a dormir. As viagens de avião têm esse efeito em mim... e a meia hora de aterrar (depois de 11 h de voo) começamos a conversar. Impecável e uma pessoa extremamente interessante

 

Ontem fui com o Vickas e com a sua esposa, que também adorei (vivem cá há 15 anos), mais um grupo de amigos deles, ao museu de História Natural em Kowloon (que ainda não conhecia) ver uma exposição muito interessante "Ancient Mesopotamia" (British Museum):

Aprendi (ou relembrei do ciclo) uma serie de coisas... A Mesopotâmia é considerada um dos berços da civilização, onde surgiram as primeiras civilizações por volta do VI milénio a.C. As primeiras cidades, a noção de escrita, o número de horas que tem um dia, os minutos, de uma hora, os segundos de um minuto, noção de brincos, colares, fechaduras, assinaturas, privacidade... Tudo isto no VI milénio A.C. Incrível.

 

 

No fim-de-semana passado fui para Macau e fui ver um espectáculo com os atores Maria Rueff e Joaquim "Lar doce lar". adorei a companhia, adorei o espectáculo e adorei estar rodeada de portugueses.

E ainda fomos a uma festa de aniversário com Portugueses e Brasileiros... Enchi a barriguinha do nosso Portugalinho!

Conheci a minha sobrinha linda, foi um fds de miminho dado pela minha amiga FS :)

publicado às 09:59

E uma salva de palmas…

por parasergrandeseinteiro, em 10.05.13

Tenho estado em adaptação à politica da empresa, que confesso não estar a estranhar muito já que é uma companhia Suíça como a anterior. A minha chefe entrou recentemente e ate então isso parece ser uma vantagem já que estamos a ganhar uma certa cumplicidade e a desenvolver uma relação de entreajuda.

 

Tenho tido bastante trabalho e a cada dia que passa começo a sentir que estou a entrar no esquema, ainda longe da adaptação total, mas vou chegar lá e o mais importante: Estou a gostar muito!

 

Tenho um computador portátil e dão-me um plafond para o telemóvel… o que me levava a crer que iria entrar na ‘febre’ louca que infelizmente se vive em Portugal. Levar o Computador para casa, trabalhar nos serões e ao fds, ter o email no telemovel…

Perguntei então, se tinha que levar o computador para casa e como tinha o acesso ao email pelo telemóvel. Resposta: O computador levo para casa se quiser, mas não e suposto. O email no telemóvel e só para os diretores. QUE MARAVILHA!!!

PSegundo a politica da empresa, até podemos ter que trabalhar ao fds, e nesse caso especifico levamos o computador, mas email no telemóvel nao faz sentido…

Pensando bem, tive alturas que acordava a meio da noite e tinha a tentação de ir ao telemóvel ver os emails da empresa que entretanto tinha recebido.

Vamos ver se isto é mesmo assim, mas por ora… estou agradada! E assim aproveitamos muito mais o dia de trabalho e no fim do dia shut down e acabou!

publicado às 05:09

Não me parece nada mal...

por parasergrandeseinteiro, em 03.05.13

Aqui no escritório e na cidade em geral pratica-se muito a moda da marmita. Sou completamente fa.

E mais saudável e económico. Normalmente faço comida só para mim, desta forma dou mais vazão aos cozinhados, que infelizmente se estragam porque muitas vezes porque não os consumo ate ao fim da validade.

 

Com esta vista, um ambiente Zen, a ler um livro, ou simplesmente fazer uma pausa introspetiva, fiz o meu primeiro almoço de marmita:

(Ja os nativos estao sempre agarrados aos Ipads e Ipods, a ver filmes ou a jogar. Conversar ou relaxar... Naa!!!! Sempre a teclar)

 

publicado às 06:24

O meu segundo dia

por parasergrandeseinteiro, em 30.04.13

Maldito JetLag, anda-me a apanhar mesmo a jeito. Hoje a noite já foi um pouco melhor... mas ainda acordei as 2h e fiquei um bom período a "anhar". Deu para fazer uma chamada aos papas ;) outra vez... tão bom!

Acordei cedinho, e lá fui eu outra vez ao banco...

Adoro o pormenor das rosas com uma proteção para não se estragrem antes de oferecer ou chegar a casa:

As senhoras (pequenas, grandes pu médias) andam sempre de mãos dadas:

 

 No caminho para casa, é impressionante a imponência destes milhares e milhares de edifícios:

Perco-me dez vezes por dia, mas continuo sempre a andar, isto é uma ilha... Em ultimo caso apanho um táxi.

Boa noite ;)

publicado às 14:01

Ui... Já ca estou

por parasergrandeseinteiro, em 29.04.13

Ontem quando cheguei a casa com a ajuda de um amigo que me carregou 25kg+12kg, 4 andares seguidos com uma humidade ce 95% (impagável), fui ao IKEA comprar lençóis e almofadas e bla blas... Mesmo que a primeira noite tenha sido dormida com goma, é sempre melhor que nada.

A minha casa fica num bairro muito giro. Gostei de a conhecer... senti aquele clique.

 

Depois de muitas voltas finalmente descobri um mercado bem charmosinho para comprar frutas e legumes. Dá para ir a pé e é um pouco mais barato:

 

 

Já fiz uma sopa, com uns legumes que vieram representar espinafres, mas soube-me bem... mesmo que tenha descascado os legumes com uma faca de manteiga.

Hoje ainda...

abri uma conta num banco (uma experiência digna de um post... o Sr. nunca mais me deve querer ver, suguei-lhe o cérebro mas percebi o que queria e não fui na conversa dele para abrir uma conta premium).

Comprei um aspirador, varinha mágica, balde e esfregona e um ferro de engomar...

 

A minha cabeça ainda não esta espetacular, o Jet Lag esta a dar conta de mim... Vou mimir.

Até amanha

 

publicado às 15:19

E, eis que já tenho as chaves da MINHA casa de Hong Kong

por parasergrandeseinteiro, em 16.04.13

Obrigada querida amiga FS.

publicado às 08:15

... e a coisa vai!

por parasergrandeseinteiro, em 14.03.13

 


Nunca imaginei que para fazer uma mudança para o outro lado do mundo, fosse preciso um tal investimento de tempo, dinheiro e energia… Entre umas largas dezenas de e-mails, contatos com bancos, amigos, advogados, negociações, esperas e silêncios incomodativos parece que a coisa vai… Trabalho, casa (quase fechada) e viagem tratados, estou pronta para a minha “queda livre”!

Agora é só continuar a recuperar da minha cirurgia, percalço amoroso, mudanças da minha antiga casa e fazer o exame da minha pós-graduação.

Sem dúvida um período de mudança, que apesar de todas as decisões menos fáceis e ações necessárias parece-me cada vez mais positivo e entusiasmante.

“Bora lá equipa”!

publicado às 12:16


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