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Bom dia HK!

por parasergrandeseinteiro, em 31.10.13

BOM DIA!!!

 

Adoro manhãs:

- Quando durmo bem;

- Porque tenho oportunidade de andar a pé para o trabalho e o tempo está convidativo;

- e porque adoro começar o dia da melhor forma e com energia!

 

Aqui em HK, como ninguém me percebe (português), ando a desenvolver um hábito que me dá bastante prazer! Cantar... Atenção que canto mal "para caramba". Mas adoro quando me lançam aquele sorriso que transmite: És estranha mas gosto da tua energia!

 

Canto na rua, músicas portuguesas normalmente: Simone, Carlos do Carmo, e outros que não confesso :)

Esquisitos somos todos aqui!!! Cada um a sua forma e a minha hoje foi assim:

 

Toma lá:

Tonicha - Zumba na caneca!!! 

E lá ia eu, ora Zumba na caneca, Catrapumba e aos saltinhos....

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publicado às 09:24

Um menu... diferente!

por parasergrandeseinteiro, em 31.10.13

Deve ser do Outono, que por cá ainda não se faz sentir com as características habituais (para mim), mas ando com um apetite que merecia que me fechassem numa jaula!

 

Mas esta Chinesada hoje resolveu ajudar-me!!!

Em grupo encomendaram um "pitéu" e chamaram-me para petiscar (esta é a altura que um expat se benze!).

Se calhar estou a ser má, mas eu acho que eles se divertem a ver-me torcer o nariz com as suas escolhas gastronómicas. Eu não percebo o que eles dizem, mas estou certa que os ajudo a passar o tempo.

 

E apresento-vos: Galinha? Porco? Cordeiro? Gato? Morcego? (não me quiseram dizer) envinagrado (o cheiro era inarrável) e ainda me adiantaram que era docinho... Eu tive uma necessidade repentina de sair dali!

Fui dar uma volta e almocei o meu almoco as 14h!!!

 

 

Esta "coisa" conservada nuns frascos enormes envoltos em rede....

 

 

Eu "arranco" tudo, mas esta gente é louca!

 

A seguir ao almoço... Nem Vivalma!

Se calhar foram ao medico!

Ou era tarde livre e eu não percebi...

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publicado às 09:09

Sai daí ATG!!!!

por parasergrandeseinteiro, em 30.10.13

Eu adoro pão quente, aprecio (TANTO) bons bolos...

Aqui em HK, está-se longe do paraíso de boas pastelarias e de pão já não se fala. (Eles não sabem o que é pão!)

As saudades de um pão alentejano são tantas e a apresentação destas padarias é tão deliciosa... que pode-se tornar perigoso.  

 

Saí apenas com um pacotinho de pão integral.... (Linda!)

Sai daí ATG!!!!

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publicado às 02:13

NOT#14

por parasergrandeseinteiro, em 28.10.13

Ora bem...

 

1- Não há espaço na mesa para as bebidas e afins...? Isso resolve-se:

 

2- Uma técnica que está nos genes. Eu posso tentar explicar mas poucos conseguem faze-lo com esta perfeição.

   2.1- Uma pata de galinha frita na boca (toda por inteiro);

   2.2- Volta+Reviravolta (técnica secreta) no interior da cavidade oral;

   2.3- Ossada limpa e perfeita numa -projecção exacta e seca- para o meio da mesa (um prato se tivermos sorte).

 

Um "Must see" por aqui!

 

3- Esta situação confunde-me:

Quem tem prioridade? Regra da direita?... Somos tantos nas ruas, temos que nos respeitar.

Eu ca por mim dou cedência de passagem! 

 

4- Guardanapos? Para que servem os guardanapos (perguntam eles)?

Aqui, excepção feita a restaurantes de nível um pouco mais alto, os guardanapos não são habituais!

A não ser que sejam para limpar o écran do telemóvel enquanto se come batatas fritas e se joga em simultâneo...

 

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publicado às 08:24

HAVAIANAS... Nunca mais!

por parasergrandeseinteiro, em 23.10.13

As primeiras havaianas surgiram em 1962 inspiradas numa sandália Japonesa típica chamada Zori.

 

 

Gosto do seu design e conforto, e por isso há muito tempo que as uso. Já comprei e ofereci inúmeros pares, principalmente nas viagens que fiz ao Brasil mas… Em termos de segurança deixaram de me convencer.

Por experiência de outrem e agora pela minha própria experiência deixaram de ser a minha eleição.

 

Viagem a Sabang:

 (Eu e o meu irmão. Fotografia de Miguel Miraldo)

 

Outubro 2013, Sabang (Palawan), Puerto Princesa, Filipinas

 O tipo de rocha lascada em forma de bisel disposta em camadas sequenciais da uma uma imagem continua com altos e baixos. Um trabalho muito bem ordenado pela natureza.

 

 (Eu, F. e o meu irmão. Fotografia de Miguel Miraldo)

A travessia por por esta via não era uma grande ideia mas pareceu-nos possível. Aí fomos nos!

Em grupo íamos decidindo: Vamos por aqui, depois por ali, atenção onde se colocam os pés!

Esperávamos que a onda rebentasse numa explosão impressionante que culminava numa ascensão de espuma vários metros acima de nós e o caminho ficava livre novamente, por uns segundos (necessários), para atravessar para a próxima etapa.

Outra rocha e assim sucessivamente ate chegar a desejada praia a jusante da cabana onde pernoitamos embalados pelo som do mar.

 

 (Fotografia de Miguel Miraldo)

  

Num determinado momento, uma das minhas havaianas cede e torce-se (não são o calçado ideal para andar em cima de rochas é um facto!), tropeço, agarro-me num “mano a mano” à rocha lascada com inúmeras laminas afiadas, numa intimidade em que “lhe” implorei um abraço reciproco “NÃO ME DEIXES IR!!!”.

Perdi os segundos a que tinha direito para a minha passagem para a rocha seguinte e fui coberta e esmagada pela força da água que me faz deslizar, com o devido atrito e posteriores sequelas, pela rocha abaixo.

Eu só não queria soltar-me e ficar à demanda da corrente. Aí as consequencias seriam mais graves!

O pior passou, sentia dor e ardor mas galguei a rocha com a uma força e vontade que antes não existiam. A adrenalina faz milagres.

 

Cheguei a um topo um pouco mais seguro, contudo ainda ao alcance da água.

Eu levava comigo a câmara fotográfica do meu irmão à tiracolo numa bolsa de viagem bem volumosa, muito mais resistente que poderia achar, já que fiquei submersa na água por segundos.

Logo que ganhei algum tempo abro a bolsa embebida em água e saco a maquina num gesto rápido e preciso e prossigo caminho com o braço esticado, a mão ao alto a segurar a câmara.

A F. ao avistar-me lança-me uma expressão de espanto e diz: Calma! Vamos tratar disso e vai ficar tudo bem!

Olho para as minhas pernas encarniçadas do sangue que escorria e percebi que me tinha magoado à séria. Os cortes não foram profundos embora numerosos, os hematomas foram significativos mas não tiveram consequencias maiores.

 

Perdi os chinelos, feri-me e mergulhei a câmara fotográfica do meu irmão no mar.

 

O meu irmão enfureceu-se com a minha preocupação com a maquina, o que poderia levar a uma segunda colheita pelo mar.

É bom interiorizar que nestas situações o material não é importante e os acidentes mais graves acontecem muitas vezes por essa preocupação. Contudo a câmara salvou-se, felizmente!

 

Embora eu queira muito, ainda não tenho a força de braços que tinha antes e tenho que ter uma postura mais conscienciosa e defensiva nestas situações. Tenho que ter paciência!

 

Ainda com havaianas, mas com outro protagonista - o meu irmão - no caminho para casa, agora pelo mato a dentro (uma alternativa mais segura e com algumas surpresas também), torceu uma havaiana (outra vez) e deu um mergulho direto numa poça densa de lama.

Ouço um splash, olho para trás, procuro o meu irmão branquinho e imaculado e encontro uma personagem castanha enlameada e irritada! A situação serviu de analgésico para as minhas mazelas e ainda me fez dar umas boas gargalhadas.

 

(aguardo uma foto ilustrativa da hilariante situação :))

 

Para mim Havaianas nunca Mais!!!

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publicado às 07:13

Gosto de saber...

por parasergrandeseinteiro, em 22.10.13

  

Tenho sido desafiada pelas regras deste "jogo".

 

Há meia dúzia de dias virei as costas a esta batalha, dei esta guerra como vencida. Verguei-me a isto, apeteceu acobardar-me. E que ninguém ouse dizer que não é assim!

Eu já senti muito sem desistir, aceitei sem porque's e agora... levei o golpe baixo, aquele que nos leva ao tapete.

Afinal de contas, qual é o limite?

 

Quis ir ao fundinho do buraco. Às vezes faz bem.

Cansei-me de ver sempre o lado positivo das coisas. Andar no escuro e fazer de conta que a vida é colorida só porque acredito que vai ser...

 Nesta ultima facada EU QUIS desistir! Foi por momentos mas precisei que fosse assim.

 

Gosto de saber:

A tua mão agarrou-me e contrariou-me a direcção, o teu abraço disse-me para ter calma, os teus olhos dão-me um espaço confortável para estar, chorar ou ate sorrir para ti.

 

As más atitudes são de quem as toma, mas rasgam o coração...

Não era preciso ser assim. E não tem que ser assim!

O mau trato por cobardia, falta de fiabilidade, egoísmo, infantilidade (eu sei lá de onde vem tamanho desastre) não chegam para eu perceber a "pancada seca e certeira" que me derrubou.

 

Lealdade! Elejo a Lealdade como o mais nobre dos princípios.

 

Gosto de saber:

Que o teu braço firme existe. Não por mim, ou só por mim, mas porque me vês para alem deste "espalho".

Tu sabes que acredito no bem, e reforças-me os meus pilares... e como preciso disso!

Fazer bem é sempre mais difícil, mas é assim que se faz. E vale sempre a pena fazer o melhor! 

 

Gosto de saber:

Que ainda há muito para eu admirar e acreditar.

 

 

Gosto de saber:

Os teus olhos confiam que eu devagarinho ganho o brilho da esperança que me caracteriza.

Eu tenho a certeza, porque eu quero isso.

 

Eu nasci para acordar a sorrir, para dar e receber abraços sinceros, para viver na verdade. 

Chorar e rir na medida certa...

Destruirmo-nos uns aos outros "não vale"! 

 

Gosto de saber:

Que, se por acaso tive a pouca sorte de me enganar muito no passado, hoje tenho ainda mais a certeza que tenho a sorte de ser como sou

...e Gosto de saber:

Que ainda há braços e abraços que seguram como os teus. Eu cai, mas não me "aleijei".

 

Tudo agora faz sentido, e questões não restam mais.

Foi da pior forma, mas assim se fechou um ciclo. Definitivamente!

Gosto muito de o saber!

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publicado às 09:56

Um sábado... doce e perfeito

por parasergrandeseinteiro, em 20.10.13

Sai Kung, a minha primeira visita (de muitas, suspeito).

 

 (Daqui)

Respirar em concorrência com a natureza densa, seguir trilhos delimitados por raízes antigas, podados pela mão humana, com restos de escadas partidas e já gastas. Caminhos irregulares de lajes mal enjorcadas.

 

Como me descreveram ontem, entramos num jogo cerebral estimulante que nos alheia de "ancoras" do dia-a-dia “Um pé ali, outro aqui. Boa! Salta, Cuidado ali. Olha a pedra, a raiz, rápido, lento… BIS”

 

Hong Kong é um tesouro de natureza. Oferece-nos as melhores vistas como resultado de desafios de persistência e de uma boa condição física, com o bónus de podermos usufruir de um verde denso embutido numa bolha de humidade com cheiro a vida.

 

Depois de um hike agradável, conheci a zona costeira e comercial de Sai Kung. Uma bonita marginal, com uma sequencia invariável de restaurantes de marisco. O marisco (como qualquer outro animal comestível por aqui) apresenta-se vivo ao cliente e depois de comprado ao peso, é cozinhado da forma que nos agrada.

 

O critério de seleção do restaurante acabou por ser a qualidade da agua dos viveiros.

Uma tarde quente, com uma brisa envolvente e carinhosa, confortável que me relaxou… a ver a vida passar e com o mar em pano de fundo.

A companhia completou o cenário e faz do momento, um momento especial.

 

A parte de chegar a casa, tomar um banho que me massajou, abrir um vinho e entregar-me sem remorsos a bons queijos e a um chouriço português e ver uma boa serie... fechou um sábado doce e perfeito!

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publicado às 14:24

STEP MAD + GASTON = Not for me!

por parasergrandeseinteiro, em 11.10.13

Por mim, idealmente, todos os dias trabalhava, fazia desporto, passeava e tinha boas conversas, fazia a minha sessão de higiene/maquilhagem/desmaquilhagem (que quem me conhece sabe que me toma um tempo significativo, mas que eu adoro por ser um tempo dedicado a mimar-me), cozinhava, escrevia, lia as noticias e/ou um livro, via uma serie e dormia 8 horas…

Como uma pessoa passa graaaande parte do seu dia no trabalho (e a trabalhar LOL) torna-se difícil (Impossível!) conseguir conciliar todos estes requisitos, na minha opinião, ideais para uma vida feliz e equilibrada!

Pois bem, de forma a libertar um pouco o meu serão, ando a tentar ir ao ginásio à hora de almoço. Tenho-vos a dizer que isto requer uma logística incrível e todos os passos têm que estar perfeitamente alinhados, porque basta os chinelos estarem no fundo da mala já me faz perder 30 segundos não planeados!

Hoje experimentei uma aula de: STEP MAD

Ohhh! Olhei para o nome… Canja, quantos milhares de aulas de step. Bodystep, PowerStep fiz eu? Bora lá equipa!
...


Difícil será descrever o que é realmente STEP MAD…
-Segundo a informação disponível no sitio da web do ginásio:

STEP MAD:

“Maximum Attitude Dance! A continuous fusion of 21stcentury Step and dance that is full of energy. Great music and lots of rhythm. An exhilarating and challenging workout!”

"Dança com máxima atitude! Uma fusão do STEP do século 21 e de dança cheia de energia, muita música e muito ritmo. Um treino estimulante e desafiador! "

- Segundo a minha descrição e experiência: Máxima má disposição tais são as voltas, voltinhas e reviravoltas que se dão. Frustração por não apanhar a coreografia, ou devo-lhe chamar descarga exagerada de energia com gestos bruscos e ultra-rápidos com braços no chão pernas no ar, e troca!, vira!, salta!, estica! e vai e vem! e troca a perna (a outra!)...… e não sei!?

Como sou uma mulher de não perder tempo.

Não gosto! Fico aborrecida se me fazem perder tempo só porque sim…

Achei que uma boa forma de aproveitar o tempo que ali estava (pronto desisti da aula! mas permaneci no espaço da mesma) foi começar a fazer as minhas próprias coreografias, saltos, elevações de joelhos, de braços e tudo o que achava que me fazia gastar energia eficientemente e que me recordava das anteriores experiencias de STEP. Só queria o espaço, o espelho e a musica. Ignorei o professor!

No final o rapazinho-professor Gaston veio-me perguntar se era a minha primeira vez e se  tinha tido dificuldades com a minha adaptação à aula. Ao que respondi: Não!!! (ACHA MESMO?) está tudo bem! Só tive dificuldade em apanhar a coreografia completa, mas isso vai lá com o tempo. 

Ele achou-me um E.T. (so what?) e eu sai de lá super bem disposta e fui-me a rir para o chuveiro.

STEP MAD!? Deves… Espera aí que já vou outra vez!

A minha querida mãe dir-me-ia: Ai filha, és tão maluca!

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publicado às 07:58

Cucu!

por parasergrandeseinteiro, em 11.10.13

Há um tempo que não alimento este meu cantinho.

Ideias não me faltam, vontade também não e confesso que tenho pena de deixar o tempo passar e não "depositar" aqui algumas experiências, vivências e estados de espírito que gostaria de registar.

Vou tentar “apanhar este comboio”!

 

Vários fatores têm contribuído para esta ausência: não só a falta de tempo mas tenho tido outras prioridades e vou deixando passar.

Como não o faço por obrigação vou-me “perdoando”.

Boa notícia: quero contrariar esta tendência!

 

Hoje por exemplo pus uma carta no correio para os meus avós. Sabendo que não é tão fácil para eles acederem à Internet, receber uma carta escrita à mão por mim com fotos, de varias de momentos que quero partilhar com eles, vai com certeza fazê-los sentir um pouco mais perto.

Privar-me deste “restante” tempo deles faz-me pensar como a vida é mesmo definida por escolhas e algumas mais difíceis de aceitar!

 

Só de pensar que provavelmente vão ler as minhas cartas dias seguidos repetidamente, sempre à procura de um pormenor que não apanharam no dia anterior, da vontade de lhes escrever todas as semanas! :)

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publicado às 03:02


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