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do mais bonito que li umtimamente (Procuram-se)

por parasergrandeseinteiro, em 19.02.12

procuram-se:
mulheres divertidas, simpáticas, bem dispostas, de bem com a vida e com a noite. soltas, leves, descontraídas, desportistas qb, que falem o suficiente para interessar, mas não tanto que dispensar. que saibam ter sempre um ponto de sensualidade e um ponto de fragilidade. que não vivam no pedestal, mas não que seja necessário - de todo - puxá-las para cima a toda a hora.

com a sua profissão bem arrumada, que lhe dê independência, mas também uma certa ocupação. em que o relógio seja uma coisa pouco importante, e dispensável sempre que justificável. mas que precisem de algum tempo só para elas. que leiam, discutam, argumentem, apreciem e filosofem, mas que se riam disso tudo no fim. especialmente delas próprias.

que tenham um bom gosto pelo menos tão bonito como elas, que saibam ser discretas, mas que encham uma sala com o seu riso. que tenham uma pele brilhante e suave, mas a força selvagem nos gritos, nos gestos e no amor - o físico. que gostem do mar, da lua cheia, de caminhar sem destino, mas com muito de sal e pouco de doce. com a dose certa de loucura, mas com a certeza da frontalidade, sinceridade e carinho pelo próximo (eu, pois claro).

que saibam ser poéticas ao gritar golo e fashionistas a cozinhar o jantar. que sejam as melhores amigas das minhas amigas. que façam festas todos os dias, mas sosseguem no silêncio do olhar. que escrevam com o coração na boca e falem com a alma nos olhos. que se divirtam com a prosa, que sejam britâncias no humor, italianas na postura, espanholas na fala, e francesas no quarto..
mas principalmente, que sejam - ainda - mais bonitas ao acordar que ao deitar..


in Blog: Momentos

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publicado às 21:01

... (não sei)

por parasergrandeseinteiro, em 19.02.12

Gosto de ter piada, e sei que tenho bastante por vezes... Gosto daquela energia que vem cá de dentro, até parece que brilha, e que espontaneamente partilho com a certeza que chega para mim e para quem interage comigo, e chega lá... sinto mesmo que chega lá!

 

Gosto bastante de mim, não de tudo, mas de muita coisa. Há subtilezas minhas que de tanto apreciar vejo-me muitas vezes a tentar desenvolve-las, sinto-as como raras e chegam a orgulhar-me. Vejo-me como uma pessoa com cor, que não fica camuflada no banal, umas vezes pelo melhor, outras há que não, mas até isso par mim é “tempero”.

 

Como toda a gente tenho um lado cinzento, uma espécie de dégradé que atinge no negro denso.Essa minha parte menos colorida prejudica -me, faz-me ter momentos muito infelizes e com uma frequência pouco desejável... faz-me envolver incompreensivelmente e emocionalmente nas situações, e as consequências são por vezes desastrosas, auto-desastrosas.

 

Não sei o porquê... ponho a hipótese de ser a vida mostrar-me insistentemente qual o melhor caminho e que eu repetidamente não atinjo, mas caramba... como?

 

Porquê esta ansiedade que me afasta da realidade, que me atormenta a alma, que me palminha sem pudor o meu melhor sorriso, que me rouba a paz de espírito e a substitui por uma realidade distorcida que me causa pânico e mal-estar.

 

Será a única solução aceitar que sou assim? Que é por essa razão que o desfecho é invariavelmente o mesmo...?

 

Mas porquê? Eu queria ser diferente, só nisto se pudesse ser, mas queria ser feliz. Conseguir manter o que me faz feliz...

 

Rio muito, mas acho que choro ainda mais.

 

... o maior problema é a dor que isso me causa! E dói mesmo!

 

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publicado às 20:35

...mas vou convidá-lo a viver comigo!

por parasergrandeseinteiro, em 01.02.12

Dizer que o medo poliu a naturalidade e o percurso ou destino de um qualquer processo não deve ser nenhuma mentira.

Dizer que viver uma indesejada hipótese futura, perturba a tranquilidade do presente e pode ter mesmo o poder de transformar o futuro, não tenho dúvidas... Mas não é fácil viver sem expectativa, e aí preciso de um futuro “imaginário” nem que seja milimetricamente a montante do meu exacto presente, mas ainda não sei fazer de outra maneira porque tenho medo de sentir “aquelas coisas”. O presente só não me chega, ainda não sou grande o suficiente para aproveitar todos os momentos nas circunstâncias que é possível e ser só...feliz! Um dia gostava de ser “Grande” o suficiente para isso.

Viver com o fantasma de que te vais embora, não é agradável mas vou convidá-lo a viver comigo. Vou experimentar! Talvez não ria tanto, mas também chorarei menos.

Tenho medo da perda, não sei porquê tenho sempre a certeza que vivo na iminência de perder alguém que quero muito, e por acaso, ou não, acaba sempre por acontecer! Ou talvez eu faça por isso, mesmo sendo o meu maior medo.

Gosto de receber beijinhos, festinhas, ter alguém que me espere nalgum sitio e em algum dia. Gosto de cuidar, gosto de ter orgulho, tocar, fazer amor, rir, contar piadas. Não gosto de me sentir sozinha, e por acaso sinto-me muitas vezes... queria muito poder, ousar planear um futuro, comprar um móvel em conjunto (ainda não tive essa sensação), não ter medo das férias e gozá-las (no seu verdadeiro sentido) todas e achar que não chegam, fazer uma viagem e ver, experimentar, sentir coisas novas e na tua companhia...

Vou fazer 30 anos, e parece que estou quase na “estaca zero” outra vez. A Fabíola vai casar, a Inês S., a Joana S., a Inês C., a Joaninha, a Sónia vão ter um bebe, e eu nem uma relação tranquila consigo ter. Vais embora, vais procurar uma melhor sorte noutro sítio que te dê uma vida melhor. Eu fico, sempre fiquei e ficarei até que o destino me queira levar para outro sitio que não este onde só se sente medo!

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publicado às 09:13


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